Tag: plus size

03.04.18

Pijamas e Homewear para Gordas e Gordos

Quem veste manequins “padrão” e compra pijamas em qualquer loja nunca vai imaginar o que é ser gordo e não encontrar peças básicas para ficar em casa e para dormir (ou para as duas coisas na mesma peça como eu sempre faço haha), quanto maior o manequim é maior essa dificuldade de encontrar essas peças. Infelizmente é algo simples para muita gente, mas que no mercado plus size ainda é bem difícil de achar.

Pensando nisso eu trouxe para o post algumas marcas que tem numerações amplas, e que servem muito bem como de “roupa para ficar em casa e de dormir” para gordas e gordos.

 

Basic 4 Curves 

A marca produz peças com 98% algodão (o que é maravilhoso) e é pensada no corpo gordo nos mínimos detalhes.  As camisetes e calcinhas boxers formam conjuntinhos ótimos para ficar em casa,  para quem não se importa de usar menos roupas pode ainda optar pelas hotpants e tops.

Todas as peças são vendidas separadamente e podemos montar de acordo com nossas preferências, as peças são ideais para quem ama o básico e o conforto.

Para mais detalhes: https://www.basic4curves.com.br/

Berenix

Não tenho nem palavras para expressar a fofura que são as peças dessa marca haha, é tudo bem divertido e dá vontade de se vestir assim todo dia.  A Berenix veio cobrir algo que eu considero que faltava muito no mercado plus size que são pijamas diferentes do esperado e trouxe também os macacões longos e curtos para todas nós.

Para mais detalhes: https://www.instagram.com/lojaberenix

 As vendas são feitas por direct do Instagram ou no Facebook. 

 

Plus size, o seu tamanho

A loja Plus size, o seu tamanho de POA é a representante varejista dos pijamas e homewear da marca TG Pijamas Plus Size, todas as peças são possíveis de serem encontradas lá. Tenho uma camisola e o material é de super qualidade e os preços são bem acessíveis.

Para mais detalhes:  https://www.instagram.com/plussizeoseutamanho/

Vendas através do WhatsApp: (51) 98433-3753

 

Sizély Luxury Underwear

A Sizély é um marca de lingeries maravilhosas que trabalha com atacado e varejo, para a nossa alegria na loja virtual tem um setor especial de Outlet. Neste setor está recheado de peças para dormir, ficar em casa e até para dar uma ousada básica com o namorado/namorada. *_*

Para mais detalhes: https://www.lojasizely.com.br/camisolasplussize

 

Mais Pano

A Mais Pano deu uma reformulada na marca no ano passado e neste verão trouxe até sungas para os meninos, e não esqueceu dos pijamas. Ela foi a  única marca que encontrei com pijamas masculinos maiores que o XGG – Tam 56 (que muitas marcas padrão fabricam). Ainda bem que a marca pensou nisso, tem modelos bem bonitinhos e vestem até o tamanho 70.

 

Para mais detalhes: https://www.maispano.com.br/pijamasplussize

 

Cuecas Santo Homem 

Outro item que não é tão simples de encontrar são as cuecas, a Santo Homem trabalha com tamanhos até o 84 e tem entre seus modelos a boxer e a samba canção, uma dica para os boys que curtem ficar de cueca em casa.

Para mais detalhes:  https://www.santohomemplussize.com.br/

Vendas através do WhatsApp: (19) 99278-1336

 

Eu super curto fazer esse tipo de post, por ser sempre uma oportunidade de mostrar marcas legais do mercado plus size que são pouco faladas. Eu não conheço todos os produtos, mas acredito que são boas dicas para quem está em busca de pijamas e homewear.

Conhecem outras marcas com essa proposta? Indiquem aqui nos comentários. *_*

 

22.03.18

Gordofobia é opressão, e eu posso provar

Gordofobia – a grande maioria das pessoas que possuem acesso à televisão ou internet já teve contato com esse conceito em algum momento, mesmo que não tenha prestado atenção. O gordoativismo vem aos poucos se articulando no Brasil e adquirindo visibilidade, mas por ser um movimento ainda em construção suas reivindicações e pautas não tiveram décadas de consolidação e aperfeiçoamento, de forma que muitas das pessoas que já ouviram falar na luta dos corpos gordos não sabem exatamente quais são nossas demandas.

Isso gera aquela confusão que estamos cansados de ouvir: A ideia de que nós lutamos pelo direito de sermos considerados bonitos. Consequência disso é a frase “gordofobia não existe”, palanque daqueles partem de uma informação errada e buscam diminuir a importância política do movimento.

Gordofobia vai muito além da estética, e para auxiliar na argumentação com as pessoas que questionam sua existência, eu reuni os fatos básicos na hora de provar que essa opressão existe e é tão real quanto machismo, racismo e LGBTfobia.

Em primeiro lugar, podemos dizer que existe “opressão” quando um determinado grupo coletivo de pessoas é institucionalmente privado dos direitos básicos e constitucionais dos cidadãos, quando existe um sistema que exclui e violenta esses grupos. Isso recai na construção de hierarquias sociais, em que um grupo adquire poder sobre o outro por deter acesso os direitos que outros não têm – e que assim se tornam privilégios. Essa opressão faz uso de estigmas que desumanizam o grupo com base na palavra de autoridades que tentam justificar essas agressões. É opressão, por exemplo, não permitir que uma mulher realize aborto em vista de uma gravidez indesejada, mas não prever nenhuma punição ao homem que escolhe abandonar esse filho antes mesmo de nascer.

Dito isso, precisamos estabelecer que o conceito de gordofobia presente no senso comum realmente não preenche os “requisitos” para se tornar uma opressão, pois ela é diariamente confundida com pressão estética. Explicando: Pressão estética é a imposição social que exige das mulheres perfeição física. Ela atua no campo individual, causa sofrimento psicológico e não pode ser mensurada.

Gordofobia não tem nada a ver com pressão estética, pois é uma violência que atinge um GRUPO de pessoas e lida com restrição de direitos básicos, e não com sofrimento pessoal. Ela atinge TODAS as pessoas gordas – mesmo que se achem lindas, mesmo que não sofram por serem gordas, mesmo que nem saibam o que essa palavra significa.

 

gordofobia existe

Por que, então, gordofobia é uma opressão? Porque ela retira das pessoas o direito ao atendimento médico no SUS, a uma disputa justa por vagas de emprego, ao uso dos transportes públicos e privados, à permanência em centenas de locais de convívio social.

A opressão dos corpos gordos na saúde fica clara quando os assentos, macas, leitos, cadeiras de rodas e equipamentos dos hospitais possuem limites de peso insuficientes. Quando uma pessoa gorda é negligenciada por seus médicos, tendo em vista apenas seu peso e as doenças que não tem, e por isso não recebe acompanhamento e tratamento adequados. Quando remédios emagrecedores e cirurgias eletivas são prescritos diariamente, apesar de todos os seus absurdos efeitos colaterais, porque ser magro “vale o sacrifício”.

 

 

gordofobia existe

Também são oprimidos os corpos gordos quando sete em cada dez empresários brasileiros os discriminam em seleções de emprego, mesmo que isso seja inconstitucional. Quando precisam “compensar” sua forma com currículos extensos, porque o setor popular que mais emprega no Brasil é o que menos contrata pessoas gordas. Quando vencem a tal “meritocracia” e passam em concursos públicos, mas tem suas vagas ameaçadas por testes de aptidão que utilizam uma medida de saúde obsoleta.

Quando se trata do direito de ir, vir e permanecer, também vemos opressão aos corpos gordos. Fazem dos assentos grandes inimigos, pois ônibus, trens, aviões, salas de aula, salas de cinema, bares, restaurantes fazem questão de não comportar corpos maiores. Se precisarem utilizar o transporte público, são humilhados por catracas que entalam e geram hematomas. As pessoas em cadeiras de rodas entendem – os banheiros e portas do dia a dia não foram feitos para comportarem corpos diferentes. Enquanto pessoas de manequim 44 sentem dificuldade em escolher uma peça de roupa diante de tantas opções, aquelas que vestem 60 contam nos dedos as lojas em que conseguem achar peças que sirvam.

 

Digo com extrema sinceridade que gostaria muito que meu problema fosse apenas beleza. Gostaria muito que, ao sair de casa de manhã, a qualidade do meu look fosse a maior preocupação na minha cabeça, mas infelizmente não é. Eu estou preocupada com o preparo psicológico para a negligência médica que vou sofrer semana que vem, com as dores de assistir uma aula sentada em uma cadeira que não me cabe, com o trabalho extra que vou ter para provar ao meu chefe que não sou preguiçosa e desleixada como ele espera que eu seja, com a minha bolsa que ficará no corredor do banheiro público pois não cabe junto comigo dentro do box.

Beleza e autoestima poderiam ser os maiores problemas que pessoas gordas enfrentam, mas não são. A patologização é. A estigmatização é. A retirada dos direitos de ir, vir e permanecer; de atendimento médico decente; de possibilidade de sustento financeiro; a retirada do direito ao respeito é o nosso problema.

E não é só isso: A patologização e estigmatização dos nossos corpos é diária e ferrenha, justificada por autoridades fraudulentas, e esse assunto é longo demais para ser conversado em apenas um post – por isso eu fiz um vídeo. Eu e a Carine Martins rebatemos algumas pessoas que não acreditam na existência da gordofobia e provamos que ela existe, e precisa ser combatida.

 

 

01.03.18

Será que o plus size serve pra gorda?

O gordoativismo é um movimento social que cresce e se consolida diariamente. Uma das reivindicações mais urgentes que fazemos é a da acessibilidade, o direito a tudo que é necessário para nosso acesso e permanência em sociedade. O que muitos esquecem é que existe algo que vem antes das catracas e das cadeiras: A roupa. Não podemos ir a lugar algum se não estivermos vestidos, e quando se é uma pessoa gorda cujo manequim vai além do 54, essa dor de cabeça toma proporções que jamais seriam imaginadas por uma pessoa magra.

Mesmo que a indústria de moda plus size brasileira tenha crescido muito nos últimos 5 anos fazendo uso da bandeira de democratização da beleza, é um fato que a parcela de consumidoras que mais precisa se beneficiar desse nicho de mercado segue sendo ignorada. Aquelas pessoas que chamamos de gordos maiores, que sofrem muito mais o peso da gordofobia, também enfrentam a falta de peças de roupas fabricadas em seus tamanhos. E se analisarmos como vem se desenhando essa indústria, isso não é surpresa.

Existe hoje algo que eu chamo de padrão plus size, um ideal de “corpo gordo” higienizado e padronizado, que encontramos nas modelos utilizadas na maioria das lojas que dizem vender roupas para gordos. Esse corpo tem seios e quadris grandes, mas permanece com barriga, braços e rosto pequenos, além de uma surreal cinturinha. Ele existe para atender as regras de uma sociedade que, buscando vender um produto, precisa que ele não ameace as suas estruturas fundamentais – nesse caso, a gordofobia e o machismo. Assim, a moda plus size se tornou um meio de segregar as gordas bonitas e “aceitáveis” daquelas que ainda são consideradas excessivas demais para terem seus direitos atendidos.

Olha que legal! Um bando de modelo plus size sem barriga na campanha da marca Slink que diz para as mulheres amarem seus corpos como são.

 

As imagens das modelos na maioria das vezes ainda contam com um excesso desnecessário de edição. 

Como resultado desse problema, temos um mercado plus size que nos oferece peças com tamanhos limitados, preços altíssimos, modelos quase magras e difícil acesso, além de pouca visibilidade midiática para as marcas pequenas que querem fugir dessa regra. Mesmo que tenhamos várias marcas de roupas plus size, a maioria delas trabalha com tamanhos insuficientes. É comum vermos novas lojas abrindo com peças até o tamanho 54, enquanto
aqueles que vestem 58, 60, 62 ou mais permanecem precisando viver com apenas 2 ou 3 lojas disponíveis. Além disso, os preços vão muito além do necessário para custear a maior quantidade de tecido e linha, sendo normal encontramos liquidações plus size em que o produto mais barato custa 70 reais. Como se já não fosse dificuldade suficiente, descobrimos ainda que a maior parte do mercado plus size se encontra na internet, dificultando o acesso de quem não sabe ou não pode comprar online. E das modelos nem se fala: Sendo magras curvilíneas ou
gordas bem pequenas, fazem com que as consumidoras maiores tenham muita dificuldade na hora de imaginarem em seus corpos as roupas que vão comprar. Isso significa o que? Muito dinheiro gasto trocas de peças que não serviram.

Mesmo que sejam menos conhecidas e valorizadas pela mídia, podemos respirar mais aliviados com as poucas marcas que tentam fugir desse padrão e criar uma indústria plus size que realmente representa a atende os corpos gordos. Lojas como Lollaboo, Zuya, Rainha Nagô, FALA e F.A.T. produzem peças em tamanhos mais abrangentes e campanhas com modelos verdadeiramente gordas, como Bia Gremion. As peças permanecem mais caras que aquelas vistas em araras magras, mas são tranquilamente justificadas pelo alto custo da produção independente.

 

plus size serve pra gorda

A Rainha Nagô usa em suas campanhas modelos, clientes e até mesmo seus proprietários.

 

plus size serve pra gorda

Modelos em campanha da Lollaboo.

São os esforços dessas pequenas empreendedoras que dão a certeza de que não, não estamos exigindo demais. É possível existir um nicho de moda acessível, abrangente e honesto, mas para que isso tome forma é preciso que as marcas plus size que permanecem nesse padrão insuficiente saibam que os consumidores percebem e desaprovam. Precisamos exigir, reivindicar, fazer com que as grandes e médias marcas enxerguem e valorizem as consumidoras
gordas que exigem dignidade na hora de se vestir. E como fazemos isso? Dando prioridade aos pequenos produtores e demonstrando sempre que possível a nossa insatisfação. O exemplo da Ashua, linha plus size da Renner que aumentou sua grade de tamanhos após uma estreia que gerou centenas de reclamações, nos prova que para lucrar essas empresas precisam de nós e, por isso, vão ter que nos ouvir.

Escolhi falar justamente dos problemas da moda plus size na estreia do meu canal no youtube. Por sentir falta de conteúdo objetivo e útil ao gordoativismo em forma de vídeo, resolvi botar a mão na massa e fazer eu mesma um canal que fale sobre a política e a realidade do corpo gordo.

Caso queiram saber mais sobre esses e outros assuntos, assistam o vídeo e se inscrevam no canal pra não perder os próximos. 😊

 

23.02.18

Preto Gordo Style – Marcão Baixada

Conheci o Marcão Baixada já faz um tempinho, lembro de ter citado ele numa lista que fiz com vários homens gordos para seguir no Instagram (aqui), outro dia o vi  procurando gordos negros em seu Facebook e já fiquei ansiosa para saber o que estava por vir.
E o que veio foi mais legal do que eu imaginava, olhem essas fotos e essa galera MARAVILHOSA.

Com um elenco 100% negro e gordo o rapper gravou seu clipe da música Preto Gordo Style, apertem o play para conferir.

FICHA TÉCNICA
Música
Voz: Marcão Baixada
Programações, percussões e synths: Cleones
Gravado, mixado e masterizado por Marcão Baixada no Estúdio MTD
VÍDEO
Direção: Higor Cabral
Direção de Fotografia: Camila Guimarães
Cor: Camila Guimarães
Elenco: Marcão Baixada, Ewerton Nascimento, Raiane Silva, Jalmyr Vieira,
Anna Carolina Rocha, Felippe Silva, DJ LN e Paulo Barros.
Assistentes de Produção: Dani Seguer e Rodrigo Caê
Making of: Paulo Barros
Produção: roloB

 

Ficaram curiosos para saberem como surgiu a letra  e o clipe? Ele me contou tudinho e eu reproduzo para vocês abaixo.

“O bordão “Preto Gordo Style” em si, foi na verdade uma brincadeira que fiz com uma música de um rapper chamado Raffa Moreira, conheci ele há algum tempo e sempre trocamos ideia. Ele tem uma música que ele repete várias vezes a frase “Nêgo rockstar, yeah”, aí eu brinquei com essa coisa de cantar a frase do mesmo jeito que ele em cima da música, só que falando “Preto, gordo, style, yeah”. Aí pegou! Ficou chiclete e eu resolvi usar isso como refrão.”

“Há algum tempo venho debatendo com amigos sobre a inclusão plus size nas marcas de streetwear mais contemporâneas. Porque o streetwear sempre se comunicou com o skate e o Hip-Hop em uma época que as roupas largas sempre vestiram nós que somos mais gordinhos.
Sendo que atualmente, e isso parte de uma percepção pessoal minha, a forma de se vestir nesses segmentos mudou de uns 10 anos pra cá. Os cortes e costura das peças estão diferentes e boa parte das marcas não faz numerações dessas roupas mais “modernas” pro público plus-size. Então como já tinha a música, decidi reunir uma galera, pra que no vídeo pudéssemos expressar o amor pelo nosso corpo e pela forma que gostamos de nos vestir, que segue uma linha urbana.
Algumas pessoas do elenco já trabalham como modelos, fazendo figuração de vídeos, mas também tivemos não-atores no clipe. Então foi muito bacana, porque eu fiz um post no meu Facebook convidando as pessoas pra aparecer no vídeo e elas simplesmente se escalaram!”

Torço para que este clipe que está sendo lançado hoje seja sucesso, e que as marcas de moda streetwear percebam  que nós gordos existimos e também queremos consumir.  *_*

 

22.02.18

Encontrinho Plus Size Juiz de Fora

Já tive o privilégio de estar em eventos plus size das maiores cidades do país, mas mesmo que de forma bem tímida (quando comparamos com eventos de SP, RJ e BH) eu amoooo quando consigo juntar a mulherada (e os meninos também) de Juiz de Fora e região para desvirtualizarmos um pouquinho.

O primeiro encontrinho plus size Juiz de Fora deste ano aconteceu no Ibiza dia 26/01 e foi uma noite super agradável com bom papo e muitas risadas. A chuva que caiu um pouquinho antes acabou atrapalhando algumas pessoas de irem, mas quem foi curtiu muito. <3

Dá para ver que a gente curtiu bem, não é mesmo?

Mas além do bom papo e bons drinks (que na verdade era cerveja haha), rolou ainda sorteios babadeiros . Inclusive eu quero super agradecer a todas as empresas que trabalham diretamente com o plus size que participaram desse dia com a gente, ter o apoio de vocês é muito importante para construirmos um mercado plus size ainda melhor em nossa região. <3

Fernanda SouzaFacebookInstagram

Macadesh – FacebookInstagram

Mais Plus Size Store – FacebookInstagram

Marbella Moda Feminina – FacebookInstagram

 

E ainda contamos com duas  parcerias maravilhosas que não são marcas plus size, o  Matheus Castro foi nosso fotógrafo no dia e sorteou um ensaio com direito a maquiagem da Tainá Santos que em breve postarei por aqui, e a Priscila Pinheiro que desenvolve um trabalho super legal de consultoria focado em mulheres que também participou do nosso sorteio levando um mimo e uma inscrição gratuita para o evento que ela realiza mensalmente.

  Matheus Castro Fotografia – FacebookInstagram 

Consultoria para MulheresFacebookInstagram

Curtam, sigam e apoiem estas pessoas e empresas que acreditam e buscam melhorar o mercado plus size. *_*

Agradeço a todos que compareceram e espero que tenha sido para vocês tão legal quanto foi para mim. <3

Para quem for de JF e região, eu convido a participarem do no grupo no Facebook (aqui), para que fiquem por dentro dos próximos encontrinhos. Já estou pensando em marcar algo em breve e avisarei por lá.

 

E vocês curtem encontrinhos? Costumam ir quando rola perto de vocês? Eu super curto a internet em geral, mas amo ainda mais um bom papo presencial e por isso fico tão feliz em estar em eventos e encontrinhos.