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21.03.19

Ser diferente é normal – Dia Internacional da Síndrome de Down

Hoje celebramos o Dia Internacional da Síndrome de Down, que é uma data com objetivo de conscientizar a sociedade como um todo sobre os direitos igualitários, o bem estar e a inclusão total dos portadores da síndrome na sociedade.
Lembro-me que na época que eu ainda assistia TV começou a rolar uma campanha que o seguinte slogan: “Ser Diferente é Normal”, embora o foco fosse uma mudança no olhar da sociedade em relação a Síndrome de Down, eu entendia de forma mais ampla e tinha ainda mais certeza que todas as pessoas com suas “diferenças” poderiam ser exatamente como eram e isso deveria ser visto como normal.

Mesmo com mais de duas décadas de campanhas na TV (que eu me lembre né), os direitos igualitários ainda não é uma realidade para quem é Down. E foi pensando aqui no nosso nicho, no meu meio de vivência e onde eu tenho voz, que hoje eu trago fotos do último ensaio da querida Bia Pimenta para compartilhar com vocês.

Todas as fotos são da fotógrafa Adriana Libíni

A Bia já tinha feito fotos antes para o mercado plus size, até fiz um post (aqui) sobre as fotos na época, lembro de te ter ficado muito apaixonada e visto ali naquelas fotos a real inclusão.

Se antes ela era uma cliente que acabou sendo modelo, hoje ela está preparadíssima para modelar para as marcas plus size, se você tem uma marca a hora é agora de mostrar na prática que é realmente inclusiva.

Nosso mercado fala muito em inclusão, o tempo todo a gente vê campanhas apostando em diversidade de corpos, mas infelizmente as oportunidades para uma modelo com Síndrome de Down ainda são raríssimas.

Já passou da hora da gente vivenciar uma moda realmente inclusiva, vocês concordam?

Contratem as gordas, as negras, as portadoras de síndromes, as cadeirantes e etc…

Na data de hoje eu peço as marcas que pensem com carinho e incluam em suas campanhas modelos down, eu posso apostar que temos outras meninas lindas prontinhas para vender os produtos de vocês em todas as regiões do país. Peço também as amigas influenciadoras que questionem mais os padrões do nosso mercado, se somos um mercado fora da curva do tradicional e excludente mercado da moda tradicional, que possamos cada vez mais incluir as minorias.

Todo mundo merece se sentir representado!

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