18.01.10

Inovação no Controle da Alimentação

Desenvolvido por pesquisadores de uma universidade sueca, o Mandometer registra (até) a velocidade de suas garfadas.

A proposta inicial do dispositivo era atacar outros distúrbios alimentares, como bulimia e anorexia.

Mas, após alguns testes, os pesquisadores do Instituto Karolinska, que fica em Estocolmo, perceberam que o projeto podia ser aplicado em pessoas obesas também.

A ideia, agora, é diminuir a velocidade com que as pessoas comem. Isso porque, de acordo com estudo feito recentemente na Grécia, quando comemos muito rapidamente, a liberação de hormônios que induzem a saciedade é inibida. Dessa forma, continuamos com fome, mesmo após inúmeras garfadas.

Para atacar esse hábito, o Mandometer, então, é acoplado a um netbook e, graças a alguns algoritmos, consegue mensurar quantos gramas são removidos do prato por minuto.

Em tempo real, o usuário pode conferir um gráfico com a velocidade de suas garfadas e o ritmo ideal sugerido por um nutricionista.

Segundo estudos os adolescentes que utilizaram o sistema perderam massa corpórea de maneira significativa.


Eu como Gorda e Nerd adorei esse Gadget, e acho que deve ser bem interessante principalmente aos adolescentes.

E vocês o que acharam?

17.01.10

Hellen Keller

Olá pessoal!eu sou Ouz convidado da Kalli para escrever aqui no blog,coisa que me deixou muito honrado,pois nem me considero assim um grande blogueiro,talvez um “pequeno” blogueiro,..bem,… para começar ,a história de uma mulher fantástica que indiferente de suas limitações,teve sucesso e foi grande!

                                                             

 A vida de Helen Adams Keller nascida em 27 de junho de 1880 em Tuscumbia, Alabama, descendente de tradicional família do Sul dos Estados Unidos, filha do Capitão Arthur Keller, Prefeito de Alabama do Norte em 1885, é a história de uma criança que aos dezoito meses de idade ficou cega e surda subitamente, devido a uma doença que foi diagnosticada naquela época como febre cerebral, sendo provável que tenha sido escarlatina, e de sua luta árdua e vitoriosa para se integrar na sociedade, tornando-se além de célebre escritora, filosofa e conferencista, uma personagem famosa pelo trabalho incessante que desenvolveu para o bem estar das pessoas portadoras de deficiências. Aos sete anos de idade, mais precisamente no dia 03 de março de 1887, por indicação de ALEXANDER GRAHAM BELL, ANNE SULLIVAN, uma professora de vinte e um anos, que havia estudado na Escola Perkins para Cegos (Perkins School for the Blind) pois quando criança tinha sido cega, mas recuperou a visão através de nove operações, foi morar em sua casa para ensiná-la, e desde então tornaram- se inseparáveis, até a morte da professora em 1936. Com muito carinho, dedicação e perseverança, Anne Sullivan conseguiu ensinar à aluna os alfabetos braille e manual. Sob a orientação de Anne, matriculou-se no Instituto Horace Mann para surdos de Boston e depois na Escola Wright-Humason Oral de Nova Yorque. Aos dez anos de idade aprendeu a falar para dizer: “Algum dia cursarei uma faculdade” o que de fato aconteceu, em 1904 recebeu seu diploma de bacharel em filosofia pela Universidade Radcliffe, onde no qüinquagésimo aniversário de sua graduação, recebeu o
“Prêmio Destaque a Aluno” além de dominar os idiomas francês, latim e alemão. Recebeu diversos títulos e diplomas honorários das Universidades Temple e de Harward e das Universidades da Escócia (Glasgow), Alemanha (Berlim), Índia (Nova Delhi) e de Witwaterstrabd (Johannesburg, África do Sul) e entre os inúmeros prêmios de grande distinção, em junho de 1952 foi feita
“Cavaleiro da Legião de Honra da França” e as condecorações: no Brasil, “Ordem do Cruzeiro do Sul”; no Japão,
“do Tesouro Sagrado”; Nas Filipinas, “do Coração de Ouro”; no Líbano, “Medalha de Ouro de Mérito”; recebeu ainda o prêmio “América para a União Inter-americana”;
“Medalha de ouro do Instituto Nacional de Ciências Sociais”. Tornou-se membro honorário de sociedades científicas e organizações filantrópicas dos cinco continentes. Em 1902 fez sua estréia na literatura escrevendo sua autobiografia “A História de Minha Vida” e em seguida no Jornalismo, com uma série de artigos no “Ladies Home Journal”. A partir daí não parou mais de escrever. Escreveu inúmeros artigos para revistas e além da
“História de Minha Vida”, escreveu vários livros entre os quais: “Otimismo – um ensaio”;
“A Canção do Muro de Pedra”; “O Mundo em que vivo”;
“Lutando Contra as Trevas”; “Minha Vida de Mulher”;
“Paz no Crepúsculo”; “Dedicação de Uma Vida”;
“A Porta Aberta”. Seus livros foram transcritos em várias línguas. Em 7 de maio de 1954, seu local de nascimento, Ivy Green, em Tuscumbia, foi transformado em museu permanente. A cerimônia contou com a presença de diretores da “American Foundation for the Lind” além de diversas outras autoridades. Juntamente com esse acontecimento, realizou-se também a première do filme biográfico de Helen Keller: ”Os Inconquistados”. O filme posteriormente recebeu o título “Helen Keller e sua História” que em 1955 ganhou o prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas como o melhor documentário de longa metragem do ano. Durante toda sua vida, Helen Keller gozou da amizade de personagens proeminentes de seu tempo, figuras famosas como
Rover Cleveland; Charlie Chaplin; John F. Kennedy;

Katherine Corvell; Alexander Graham Bell entre outros. De 1924 até sua morte, foi membro “staff” da
American Foundation for the Blind, onde pode trabalhar pelo bem estar das pessoas cegas e surdo-cegas, comparecendo perante governos, dando conferências, escrevendo artigos e sobretudo, pelo exemplo pessoal do que uma pessoa severamente prejudicada pode alcançar. Porém sua participação ativa na área de trabalho para os cegos, começou em 1915 quando o “Fundo Permanente de Ajuda aos Cegos de Guerra”, posteriormente chamado – Imprensa Braille Americana – foi fundado. Ela foi membro de sua primeira junta de diretores. Quando a Imprensa Braille Americana transformou-se na “American Foundation for Overseas Blind”
(hoje Helen Keller Internacional Incorporated) em 1946, Helen Keller foi eleita conselheira em relações internacionais. Foi então que começou suas viagens pelo mundo, em benefício dos cegos, fato esse que a tornou bem conhecida em seus últimos anos de vida. Durante sete viagens entre 1946 e 1957, ela visitou 35 países em cinco continentes. Em 1953 a convite oficial do governo brasileiro e da “Fundação para o Livro do Cego no Brasil”, veio ao Brasil onde realizou visitas e palestras no Rio de Janeiro e em São Paulo e seu exemplo estimulou e deu grande impulso à educação e a reabilitação de cegos no Brasil, recebendo da Legião Brasileira de Assistência o título de Membro Honorário. Uma mesa redonda realizada com sua presença na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo deu origem à criação, no SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) de um Serviço de Orientação e Colocação Profissional de Cegos, que hoje já colocou nas indústrias de São Paulo grande número de deficientes da visão. Numa palestra para 550 pessoas no Hospital das Clínicas em São Paulo, alguém lhe perguntou: — “O que você gostaria mais de ver, se Deus lhe desse visão por cinco minutos?” Helen Keller respondeu:
—“As flores, o pôr do Sol e o rosto de uma criança”.
Hellen fez sua última aparição em público num encontro do Lions Club de Washington. Nesse encontro ela recebeu o
“Prêmio Humanitário Lions” por sua vida dedicada a servir a humanidade e por inspirar a adoção de programas de ajuda aos cegos e conservação da visão. Em 1961, recolheu-se para viver tranqüilamente em
“Arcan Ridg”, onde recebia a família, amigos íntimos e membros da “American Foundation for the Blind” e da “American Foundation for Overseas Blind”
(hoje Helen Keller International Incorporated). Mas apesar de seu afastamento da vida pública, não foi esquecida. Em 1964 recebeu a “Medalha Presidencial da Liberdade” maior honra de seu país. Em 1965 foi uma das vinte eleitas para o “Hall da Fama Feminina” na Feira Mundial de Nova Yorque. Hellen Keller e
Eleanor Roosevelt receberam a maioria dos votos entre as cem mulheres indicadas. Hellen Keller faleceu em 1º de junho de 1968 em “Arcan Ridge” algumas semanas antes de completar 88 anos. Suas cinzas foram depositadas ao lado das de Anne Sullivan Macy e Polly Thomson na Capela de São José na Catedral de Washington. Durante a cerimônia, onde compareceram diversas autoridades do governo, pessoas proeminentes de todos os setores e delegações da maioria das organizações para cegos e surdos, em seu último adeus, o Senador Lister Hill do Alabama disse a respeito de Helen Keller: “Ela viverá; ela foi um dos poucos nomes imortais, que não nasceu para morrer. Seu espírito perdurará enquanto o homem puder ler e histórias puderem ser contadas sobre a mulher que mostrou ao mundo que não existem limitações para a coragem e a fé.” E por tudo isso ela foi chamada por seus amigos americanos: “A primeira mulher de coragem do mundo

…e então gostaram? espero que sim,..o exemplo desta mulher ,so prova que não importa se somos,altos,baixo,magros,feios,bonitos,ou temos algum tipo de deficiência, oque importa é a coragem com que encaramos nossa vida,….abraços! ate mais!

13.01.10

DEFICIÊNCIAS

“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.


“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.

“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

“Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

“Diabético” é quem não consegue ser doce.

“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

“Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus.

Mário Quintana

10.01.10

Gordinha só se estiver pelada?

O site americano Jezebel levantou uma boa questão:

por que as gordinhas só ganham destaque quando aparecem peladas? Podem reparar: todo editorial de moda ou campanha publicitária que se propõe a exaltar as medidas abundantes (muito mais comuns entre nós do que as exíguas dimensões das modelos) expõe as mulheres sem roupa. Ou, no mínimo, de calcinha e sutiã.

Será que essas iniciativas realmente contribuem para mudar os padrões de beleza ou só estão reforçando estereótipos? Até hoje, a imagem das mulheres mais cheinhas, que correspondia ao ideal de beleza de séculos passados, cheias de volúpia, continua em nossas mentes.

A última publicação a apostar na fórmula manjada foi a “V Magazine”, referência no mundo da moda.

A edição traz um ensaio fotografado pelo estilista da Chanel Karl Lagerfeld. A estrela sob as lentes? A figura da noite Miss Dirty Martiny, em poses pra lá de sexy e em um figurino, pra dizer o mínimo, nada elegante fotos . Além disso, a edição que foi chamada de “size issue” (edição de peso) traz um editorial de modelos GG em poses fatais.

Mostrar meninas cheias de curvas, exibindo um modelito elegante, como aqueles ostentados nos desfiles de Paris e Milão apenas por modelos magérrimas, talvez nos fizesse repensar de maneira mais profunda nossos padrões de beleza. Seria mais eficaz do que apostar na “transgressão” das cheinhas sem roupa.

Por que as gordinhas – na verdade, todas nós mais ou menos rechonchudas em nossas formas – também não podemos ser lembradas como elegantes e poderosas em vez de cheias de amor para dar?

(matéria retirada do Mulher7x7, após indicação do leitor Antonio Donizeti)

Eu por exemplo fico tão empolgada em ver modelos com corpos mais próximo ao meu em revistas, que nunca nem cogito comentar negativamente.

Mais quando temos a oportunidade de ler um texto destes acabamos refletindo.

E sim, estamos sendo expostas demais, mais infelizmente mesmo sendo expostas precisamos agradecer porque estamos ao menos tendo espaço não é mesmo?
Sinceramente não sei, porque se pensarmos bem essas publicações, acabam nos levando para uma linha que eu ao menos sempre fugi.
Não é porque somos gordinhas que somos artigos sexuais vocês concordam?

Ai muita gente vai ler esse texto e pensar essa menina tá reclamando mais outro dia ela tava exaltando?

Se tem algo que eu não aceito é incoerência e sim achei tudo lindo, mais é lamentável que só tenhamos esse espaço, espero que chegue logo a vez de termos meninas gordinhas em todas as matérias e não sejamos tratadas como diferentes, porque seria muito mais digno estarmos de igual para igual em uma revista do que estarmos despidas com cara sexy.

09.01.10

Demolição de uma Obra de Arte GG

Um ano depois chega ao fim a insatisfação de boa parte da população de Americana, a 127 quilômetros de São Paulo. O portal “A Princesa Tecelã”, que custou R$ 790 mil, começou a ser demolido na noite desta quinta-feira (7). A obra, concluída em janeiro do ano passado, foi paga pela prefeitura e pelo Ministério do Turismo.

O portal, que ficou conhecido como o portal da discórdia, desagradou aos moradores com suas duas esculturas de oito metros de altura bastante rechonchudas, desenhadas pelo escultor curitibano Luiz Gagliastri. Elas representavam a força do imigrante e seguravam um arco que fazia alusão a um pedaço de tecido. A cidade de 200 mil habitantes tem forte presença na indústria têxtil.


A Prefeitura de Americana confirmou que a destruição do portal levou em conta uma enquete feita pela internet e também porque, apesar do pouco tempo e do custo, a obra já apresentava infiltrações.
(Notícia retirada do G1)

Vi uma matéria sobre esse portal, e fui em busca de mais detalhes.
Infelizmente soube da existência dele somente hoje, um dia após o inicio da demolição.

Algum dos leitores do Blog é de Americana ou mora próximo? Gostaria de saber a opinião de vocês, que puderam ver essa Obra de perto.

Na foto me parece lindo e nada agressivo.
Infelizmente o que mais li na minha busca que as pessoas não gostaram pro se tratar de OBESOS, e que se fosse possível emagrecer um pouco as esculturas tudo bem.

E vocês o que pensam disto? Eu fiquei frustrada de não ter uma foto linda no meio dele 😛