25.01.10

O ORGULHO GORDO: Uma bandeira da ciência

Todo mundo cresce acreditando que os gordos não são saudáveis. Mas cientistas dizem: obesos podem viver até mais do que quem pensa estar em dia com a balança.
[Texto de Linda Bacon, publicado na Superinteressante Jan/2010]
O peso extra é sempre vilão dos nossos problemas de saúde. E emagrecer é o caminho para que as pessoas fiquem mais saudáveis. pode ser uma surpresa pra você, mas acredite: nenhuma dessas crenças é defendida pela ciência.
Basta olhar para os fatos. É verdade, nosso peso médio aumentou nos últimos 50 anos. E muito se fala sobre o risco disso para a saúde. Mas a expectativa de vida também cresceu dramaticamente neste mesmo período, e as mortes por doenças cardiovasculares despencaram. Ou seja, a relação entre peso e saúde é muito mais confusa do que pensamos.
Exemplo disso: pessoas que se enquadram na categoria “acima do peso” podem viver mais do que as que se enquadram na categoria “normal”, aquela em que supostamente deveríamos estar. Considere a maior pesquisa epidemiológica já conduzida na história, que envolveu o estudo de 1,7 milhão de noruegueses. As taxas mais altas de expectativa de vida foram encontradas entre pessoas que estavam no padrão considerado “acima do peso”. As menores entre os definidos como “abaixo do peso”. Alguns obesos tinham, inclusive, expectativa de vida maior do que os que se enquadravam na faixa ideal.
Já se sabe que o impacto da atividade física na longevidade é muito maior que o peso. Obesos considerados em bom preparo físico – de acordo com testes ergométricos – apresentaram a mesma taxa de mortalidade que homens magros (também bem preparados fisicamente), segundo estudo do Cooper Institute, do Texas. Comparado a magros sedentários, esse mesmo grupo de obesos teve uma taxa de mortalidade menor. Conclusão: o preparo do corpo – e não o quanto você pesa – é o fator principal na determinação de quanto alguém vai viver.
Se é assim, por que ainda acreditamos tanto nas teses que culpam o peso? Quando há uma separação tão grande entre o que a ciência sabe e o que a sociedade defende, só há uma explicação: a economia.
Uma indústria inteira, que inclui centros de estética, fabricantes de suplementos alimentares, médicos, farmacêuticas e supostos especialistas (inclusive cientistas que ganham bolsa para estudar o assunto), se beneficia dessa gritaria contra o peso.
Mas é hora de quebrar os mitos. E há um jeito para isso: focar a mudança em nossa atitude, e não em nossos quilos. Devemos apreciar o nosso corpo, seja ele como for, e seguir em frente. É a revolução que leva o lema “saudável em qualquer tamanho”. A participação é simples: orgulhe-se e cuide de seu corpo, encontre formas de se sentir bem com ele, alimente-se corretamente. O caminho para a saúde é largo o suficiente para incluir você.

*Linda Bacon é especialista em controle de peso, pesquisadora da Universidade da Califórnia e autora do livro Health At Every Size.

22.01.10

De: Uma mulher bem resolvida. Para: Uma terrível gordurinha indesejada!

Oi pessoas!Esse é meu primeiro post aqui,fico muito feliz muito mesmo.Espero que vocês se identifiquem,ou que ao menos faça vocês sentirem algo!E ai vai meu primeiro texto aqui,desejo que seja o primeiro de muitos.

O texto a seguir relata uma carta de uma mulher bem resolvida,para uma terrível gordurinha indesejada:

Cara amiga,tenho que admitir que você é muito resistente,talvez até mais que eu quando comi aquele brigadeiro ou quando quebrei a dieta.Você já atrapalhou tanto minha vida,quantas vezes deixei de sair porque não ficava bem em uma roupa ou porque tinha vergonha de te mostrar ou porque você chamava suas amiguinhas a: insegurança,medo e depressão.Quantas noites perdi de dançar,soltar a franga porque você roubava olhares de pessoas que não tem nada melhor que olhar pra você, temos admitir que vez o outra é bonitinha.Quantos gatos perdi porque sempre achava que eles chegavam em mim apenas para zuar comigo.Já perdi tanto por causa de você,mas você nunca sai de mim.

Pois bem gordura,aprendi a conviver com você, assim como você se instalou em mim,já que não queres me deixa.Triste não vou ficar! Você apesar de muitas vezes me colocar pra baixo,me mostrou o outro lado da vida,que nem tudo é só aparências.há um mundo lá fora com pessoas que não só reparam em você,mas nas qualidades,sentimentos,caráter e que são capaz de amar até os defeitos (nem uma relação com você).Não quero mais pensar no que perdi , porque isso já passou e não volta mais.Quero agora pensar no que quero,no que vou conseguir com ou sem você.

Hoje me amo,sou uma mulher bem resolvida,com você em minha vida.Não posso dizer que não sofri com você ,isso seria uma grande mentira.Mas queria agradecer,por ter me feito crescer e ser uma pessoa sem preconceito com coisa alguma, você me ensinou a amar o próximo como ele é, me mostrou que o que vale é o coração.Não pense que isso significa que vou me descuidar: vou continuar a cuidar do meu cabelo,cuidar do meu sorriso e ficar cheirosa e me arrumar ainda mais.Quero ficar ainda mais linda e compensar tudo aqui que me tirou um dia.Muito obrigada e se possível só quero a resposta na balança, quando você tiver ido em borá!!



Jadeanny A.

22.01.10

Beleza sem Tamanho no BBB


A declaração da Doutora em linguística Elenita, participante do BBB 10 confirma o que já sabemos muito bem.
Não existe nada melhor do que uma roupa perfeita e linda para nos sentirmos muito mais Bela. mesmo sendo mais gordinhas que o resto das pessoas da festa.
Hoje é sexta e você já decidiu qual vai ser a produção do seu fim de semana?
Usem algo que as deixe lindas e não esqueça de mandar a foto para a nossa coluna, mostrando qual é o seu jeito de se vestir.
21.01.10

Hipermagreza domina passarelas da SPFW

“Gente, o que é isso, essa menina está doente?”


A frase, de um fashionista sentado na primeira fila de um desfile da SPFW, ilustra um espanto recorrente na atual edição do evento: as modelos estão mais magras do que nunca. Prova disso é que estilistas estão tendo dificuldades em montar seus “castings”, fazem ajustes de última hora e escolhem peças estratégicas que escondam os ossos saltados das modelos.


Na SPFW da magreza radical brilham modelos na faixa dos 18 anos, que têm índice de massa corporal, calculado pela Folha, igual ao de crianças de 9 anos. No mundo dos adultos, a Organização Mundial da Saúde chama esse índice de “magreza severa”.

A explicação vem da top Aline Weber, 21, que mora em Nova York e participou do filme “Direito de Amar”, de Tom Ford. “Três coleções atrás, no auge do pânico antianorexia, as pessoas pesavam as modelos no backstage para ver se elas estavam saudáveis. Agora, a poeira baixou. Se você engorda um pouco, todo mundo está ali pra te julgar. Se você emagrece, falam que você está linda.” Aline diz conhecer muitas meninas bulímicas e anoréxicas fora do Brasil. “As russas são as piores”, conta.

O stylist David Pollak identifica o padrão supermagro europeu como uma das causas da onda que atinge a atual edição da SPFW. “Muitas meninas estão trabalhando fora e por isso estão supermagras. Estão dentro do padrão de Paris, que é esquelético.”

A magreza radical fez com que ele tivesse dificuldades na hora de montar o “casting” da Cavalera. “A marca tem uma imagem mais adolescente, saudável. Por isso, peguei meninas que não são badaladas (leia-se, as que ainda não têm carreira internacional). Outros stylists tiveram de fazer o improvável: dispensar meninas de suas seleções porque elas estavam magras demais.

A onda tem feito eles inverterem uma antiga lógica da moda: ao invés de avaliarem roupas ideais para esconder, por exemplo, um quadril mais largo, têm de descobrir os looks que vão ocultar um corpo esquálido. “As meninas muito magras causam problemas. Seus ossos apontam num vestido de seda mais fluido. Ou seus corpos, muito estreitos, deixam a proporção toda estranha”, avalia o stylist Maurício Ianês.

A explicação vem da top Aline Weber, 21, que mora em Nova York e participou do filme “Direito de Amar”, de Tom Ford. “Três coleções atrás, no auge do pânico antianorexia, as pessoas pesavam as modelos no backstage para ver se elas estavam saudáveis. Agora, a poeira baixou. Se você engorda um pouco, todo mundo está ali pra te julgar. Se você emagrece, falam que você está linda.” Aline diz conhecer muitas meninas bulímicas e anoréxicas fora do Brasil. “As russas são as piores”, conta.


O stylist David Pollak identifica o padrão supermagro europeu como uma das causas da onda que atinge a atual edição da SPFW. “Muitas meninas estão trabalhando fora e por isso estão supermagras. Estão dentro do padrão de Paris, que é esquelético.”

A magreza radical fez com que ele tivesse dificuldades na hora de montar o “casting” da Cavalera. “A marca tem uma imagem mais adolescente, saudável. Por isso, peguei meninas que não são badaladas (leia-se, as que ainda não têm carreira internacional). Outros stylists tiveram de fazer o improvável: dispensar meninas de suas seleções porque elas estavam magras demais.

A onda tem feito eles inverterem uma antiga lógica da moda: ao invés de avaliarem roupas ideais para esconder, por exemplo, um quadril mais largo, têm de descobrir os looks que vão ocultar um corpo esquálido. “As meninas muito magras causam problemas. Seus ossos apontam num vestido de seda mais fluido. Ou seus corpos, muito estreitos, deixam a proporção toda estranha”, avalia o stylist Maurício Ianês.

A explicação vem da top Aline Weber, 21, que mora em Nova York e participou do filme “Direito de Amar”, de Tom Ford. “Três coleções atrás, no auge do pânico antianorexia, as pessoas pesavam as modelos no backstage para ver se elas estavam saudáveis. Agora, a poeira baixou. Se você engorda um pouco, todo mundo está ali pra te julgar. Se você emagrece, falam que você está linda.” Aline diz conhecer muitas meninas bulímicas e anoréxicas fora do Brasil. “As russas são as piores”, conta.

O stylist David Pollak identifica o padrão supermagro europeu como uma das causas da onda que atinge a atual edição da SPFW. “Muitas meninas estão trabalhando fora e por isso estão supermagras. Estão dentro do padrão de Paris, que é esquelético.”

A magreza radical fez com que ele tivesse dificuldades na hora de montar o “casting” da Cavalera. “A marca tem uma imagem mais adolescente, saudável. Por isso, peguei meninas que não são badaladas (leia-se, as que ainda não têm carreira internacional). Outros stylists tiveram de fazer o improvável: dispensar meninas de suas seleções porque elas estavam magras demais.

A onda tem feito eles inverterem uma antiga lógica da moda: ao invés de avaliarem roupas ideais para esconder, por exemplo, um quadril mais largo, têm de descobrir os looks que vão ocultar um corpo esquálido. “As meninas muito magras causam problemas. Seus ossos apontam num vestido de seda mais fluido. Ou seus corpos, muito estreitos, deixam a proporção toda estranha”, avalia o stylist Maurício Ianês.




Muito café

O estilista Reinaldo Lourenço não só percebe a hipermagreza das modelos desta temporada como também conta que teve que fazer hora extra por conta do fenômeno. “Tive que fazer vários ajustes de última hora em roupas que ficaram largas nas meninas, o que me deu o maior trabalho”, diz. Segundo ele, isso acontece porque a atual safra de modelos é “muito jovem”.

Nos camarins, longe da mesa de salgadinhos e quitutes –relegada aos jornalistas–, modelos desfilam com copos de café. “Identifico as mais magras como a turma do cafezinho, já que elas passam o dia todo tomando café para não comer e ficarem ligadas”, diz Pollak. Em entrevistas, elas escondem o peso e as medidas. “Não sei quanto peso. Nunca subo na balança”, disfarça uma delas.

Cristina Theiss, 18, jovem aposta da Ford Models, teoriza: “Para fazer passarela de inverno, precisa ser mais magrinha mesmo, porque as roupas são volumosas, enchem demais”. Para agências de modelos, o assunto ainda é tabu. Ou foi deixado de lado. “Magreza? Anorexia? Mas que assunto antigo, datado!”, diz um agente, interrompendo a entrevista da Folha com uma modelo. Basta olhar para as passarelas para ver que não é.

19.01.10

Moda que Usamos

Boa noite meninas, ando sumida desse cantinho, mais a culpa é desse calor IMENSO que anda fazendo na minha terra, que me impede até de pensar direito.

Vamos hoje falar de uma coisa que todo mundo AMA, o assunto aqui é moda.
Muita gente me pede para falar a respeito, mais eu não me considero fashion e sou contra a maioria das dicas que vejo para Gordinhas, é um imensidão de “não pode” que eu surto antes da metade do texto.
Então que hoje conversando com uma amiga, surgiu essa ideia e vou lançar aqui a coluna
Moda que Usamos, o objetivo é mostrar nossas leitoras usando algo que segundo a mídia nós não podemos, mais a gente usa e adoraaaaa.
Então peço a vocês que colaborem mandando foto de vocês com roupas que são apontadas como inimigas das gordinhas, mais que vocês usam, aprovam e ainda ficam lindas.
podem mandar as fotos para o e-mail do blog mesmo belezasemtamanho@gmail.com
E para dar início a esta sessão uma foto minha de listrado horizontal , tenho váriaaaaaas blusas listradas, dizem que as listras horizontais engordam mais eu nunca as como não , eu só as uso 😀
E vocês o que usam sem poder? Manda para a o Blog.