01.01.10

Obesa Mórbida, eu?

Obesidade Mórbida
A obesidade torna-se “mórbida” quando atinge o ponto de aumentar, significativamente, o risco de uma ou mais condições ou doenças graves relacionadas à obesidade (também conhecidas como co-morbidades), que resultam em deficiência física significativa ou até morte.

Usando aquele calculo conhecido de IMC eu sou Obesa Mórbida, e posso morrer por conta da minha obesidade considerando que meu IMC é 42.
Eu não me vejo a beira da morte como deveria me ver, afinal meu IMC diz que eu posso morrer por ser gorda.
Eu me vejo Bela e saudável tenho taxas de Glicose, Colesterol ,Triglicérides normais, iguais ou até melhores que os de uma pessoa não obesa.
No entanto o método de ROTULAR as pessoas com base no IMC ta caindo no desuso, com a chegada de estudos que ao menos para mim aparentam maiores chances na hora de classificar realmente quem tem riscos de doenças com relação à obesidade.
Foi publicado na revista The Lancet que a relação cintura-quadril é melhor que o índice de massa corporal (IMC) para prognóstico de risco de ataques cardíacos para vários grupos étnicos. Se a obesidade for redefinida segundo a relação cintura-quadril ao invés do uso do IMC, a proporção de pessoas com risco de um ataque cardíaco triplica, segundo dados do estudo Interheart.

Baseado no peso e na altura, o IMC não leva em consideração a localização da gordura do corpo, nem quanto de musculatura a pessoa possui, diz Arya Sharma, professor de medicina na McMaster University e co-autor do estudo. Um atleta e um sedentário poderiam apresentar IMC semelhantes.
O estudo diz que os mecanismos de proteção ainda não estão claros. Os autores especulam que fatores hormonais possam influenciar na circunferência da cintura e do quadril, podendo apresentar diferenças importantes na composição de gordura nessas duas áreas. Quadris largos podem ser resultado de massa muscular. Se a dieta leva à perda de massa muscular, pode agir contra os benefícios da perda de peso, dizem os autores.
O Interheart mostrou que o risco da população atribuível à relação cintura-quadril é maior que o risco atribuível ao índice de massa corporal. Os resultados sugerem que as estimativas prévias sobre o efeito da obesidade como fator de risco cardiovascular foram demasiadamente baixas.

A relação cintura-quadril é calculada dividindo-se a medida da circunferência da cintura em centímetros pela medida da circunferência do quadril em centímetros. O índice de corte para risco cardiovascular é menor que 0,85 para mulheres e 0,90 para homens. Um número mais alto demonstra maior risco.

Realizando meu calculo minha taxa é 0,72 incrivelmente a mesma da minha irma que pesa a metade de mim, eu reconheço que posso emagrecer e que o meu peso pode vir a me prejudicar sim, mas por favor, OBESA MÓRBIDA eu sou somente na classificação de um calculo sem muita base fora isso sou uma OBESA VIVA e bem VIVA.

30.12.09

Para este Ano novinho que chega

Desejamos que:

Faça pedidos realistas para 2010 e realizem todos!Não peça milagres, faça milagres.
Não tenha apenas sorte, mas prepare o terreno para a Boa Sorte poder brotar.
Não apenas encontre, mas viva um grande amor e se AME antes, de tudo!
Que a saúde habite seus pensamentos positivos todos os dias, e esteja presente em teu corpo e em tua alma!
Que não tenhas apenas muito dinheiro no bolso, mas muitas oportunidades honestas de ganhá-lo.
Que o ano todo não seja apenas um ano de esperança, mas também um ano de iniciativas para a ação.

Que seus pensamentos não sejam apenas positivos, mas que te levem a ações positivas.
Enfim, que no próximo ano, você tenha exatamente tudo aquilo que desejar, e fizer por merecer.

Beijos e muito sucesso !!!

Com carinho dos colaboradores do blog Beleza sem Tamanho

29.12.09

Passarela com Curvas

Fico me perguntando como deveriam sofrer as mulheres magrinhas naquela época em que os pintores consideravam musas apenas as mulheres mais portentosas.

É… os tempos mudam!
Veio o tempo das modelos altas e magras, e até mesmo o das macérrimas, anoréxicas, literalmente morrendo de fome.
Mas o pior da modernidade nem foi isso, mas o photoshop: esse recurso tecnológico que leva a todos os não “photoshopizados” a sensação de feiura, débito plástico e imperfeição física.
Quantas pessoas não se sentiram feias na hora da nudez só porque a nudez, ou semi-nudez, da mídia não é sincera? Quantas não são as modelos e atrizes que, mesmo nuas, ou semi-nuas, estão a vestir na pele inteira o photoshop?
Devia haver uma lei proibindo o photoshop, talvez, para redimir a autoestima dos homens e mulheres que não andam nas capas das revistas.
Quantos meninos e meninas andam fazendo bobagens, ou operações, para se colocarem no formato adequado, como se a raça humana fosse assim: peças de encaixar, como ovos padronizados que precisam ficar no tamanho exato da caixa de isopor?
Num mundo tão complicado, onde a tirania da beleza esquálida e dos padrões não humanos que alguns estilistas engendraram faz tanto mal, é uma alegria ver que nem tudo está perdido.
Falo do Fashion Weekend Plus Size, onde desfilarão moças lindas, livres – elas e nós – da ditadura da anorexia.

Abaixo todas as ditaduras que pretendem impor um padrão de beleza: são bonitas as altas e as baixinhas, são bonitas as claras, as negras, são bonitos todos os tipos de cabelo, todas as formas de mulher. Quem escolhe que só é bonita uma mulher alta, macérrima não entende nada de diversidade e, aposto, muito menos ainda de mulher.

Entre as maldades feitas com quem foge ao padrão de beleza propugnado há a falta de cuidado com o desenho das roupas.
O problema é que aqueles que desenham as peças para pessoas plus size não parecem tão esmerados, e seguem linhas como se todas tivessem que se vestir quase com uniformes.
Além de ser um mercado numeroso e em crescimento – razões comerciais e capitalistas suficientes para levar essas pessoas a sério – creio que aprender a desenhar com estilo e graça para todas é algo que refere-se à civilidade e ao respeito à dignidade da pessoa humana.
Erra quem pensa que “direitos humanos”, “democracia”, “respeito” etc são termos meramente jurídicos e que só interessam em alguns cenários ou espaços sociais.
Respeitar a diversidade e ver a beleza que há em cada uma das formas e cores de cada ser humano é um valor que se tem ou não dentro da gente.
Se ele existir, vai valer em tudo, desde fazer roupas até aprovar um candidato numa seleção de emprego; se não existir, vamos continuar a discriminar pessoas tanto nas passarelas quanto nas ruas, empregos e empresas.
Por tudo, então, o Fashion Weekend Plus Size é o mais bonito dos desfiles.

Bonito porque mostra gente bonita, e as magras também o são, e bonito porque mostra para todo mundo que a beleza não tem regra, peso ou altura. Assim como o feio também não.

Texto de William Douglas http://blogwilliamdouglas.blogspot.com/

29.12.09

Que tal vestir a Fantasia dos seus Sonhos com uma Super Produção?

Achei o máximo essa idéia.

Se trata da mesma empresa que realizou o tão comentado Calendário das Pin Ups GGs.

Quem me conhece melhor já deve saber qual será minha fantasia escolhida não é mesmo?
Para quem não imagina eu vou contar:
Branca de Neve

Aproveito para deixar meu twitter a quem quiser me seguir http://twitter.com/BranKallideNeve

Quem se inscrever e quiser compartilhar comigo suas Fantasias Carnavalescas , eu vou adorar conhecer cada sonho de consumo de vocês.