Categoria: Comportamento

18.04.10

Desabafo …

Meu nome é Fernanda, tenho 24 anos sou Gordinha, bem Gordinha na verdade, visto numeração 54.

Adoro esse blog e precisava desabafar e resolvi escrever para vocês que são lindas e acho que podem me dar uma opinião.

Namorava há dois anos, até que meu namorado de uns meses para cá estava estranho e distante, o que acabou caminhando para que terminássemos.

Um mês depois do término ele se assumiu GAY, e eu sofri demais com o fato do homem que eu amei ter preferido ficar com outros homens, do que comigo.

Essa revelação já tem mais de 50 dias e eu to sofrendo demais, porque todos dizem que a culpa é minha (inclusive a mãe dele e a minha também) falam que se eu não fosse tão desleixada (gorda, porque sou bem vaidosa) ele não teria mudado a opção sexual dele.

Na minha cabeça tá um grande conflito porque sei que ele já era gay só não tinha descoberto, mais ser julgada como culpada tem me feito muito mal.

O motivo que me levou a escrever é porque preciso saber vocês Gordinhas acham que minha obesidade pode ter interferido no gosto sexual do meu ex namorado?

25.03.10

Preconceito escancarado em relação a obesos

Como uma mulher cuja altura e peso me colocam na categoria de obesa na tabela de índice de massa corporal, recentemente me encolhi quando Michelle Obama falou sobre colocar suas filhas de dieta.
Embora tenha certeza de que as intenções da primeira-dama são as melhores, também sei que seus comentários sobre obesidade infantil acrescentarão um fardo ainda maior estigma de ter sobrepeso nos Estados Unidos.
Em agosto do ano passado, Delos M. Cosgrove, cirurgião cardíaco e presidente da prestigiada Clínica Cleveland, disse a um colunista do New York Times que, se pudesse se escapar legalmente, nunca contrataria um obeso.
Ele provavelmente conseguiria se safar, na verdade, pois nenhuma legislação federal protege os direitos civis dos trabalhadores gordos, e apenas um estado, Michigan, proíbe a discriminação baseada no peso.
Cosgrove pode ser direto demais, mas está longe de estar sozinho. Posturas públicas sobre gordos nunca foram tão críticas; estigmatizar pessoas gordas se tornou não apenas aceitável mas, em alguns círculos, necessário.
Já me sentei em reuniões com colegas que nem sonhariam em depreciar cor, sexo, classe social ou atratividade geral de alguma pessoa, mas que parecem tranquilos ao comentar sobre seu peso.
Ao longo dos últimos anos, os gordos se tornaram bodes expiatórios para todos os tipos de desgraças culturais. “Hoje, existe uma atmosfera onde não há problema em colocar a culpa de tudo no peso”, disse Linda Bacon, pesquisadora nutricional e autora de “Health at Every Size: The Surprising Truth About Your Weight” (Saúde de Todos os Tamanhos: a Surpreendente Verdade Sobre sua Saúde, sem versão em português).
“Se estamos preocupados com a mudança climática, alguém aparece com um artigo sobre como as pessoas gordas pesam mais, portanto precisam de mais combustível, e culpam aqueles acima do peso pela mudança do clima. Temos essa forte crença de que é culpa deles, que tudo se explica pela gula ou falta de exercícios”.
Não é segredo que ser gordo raramente é bom para sua carreira. Heather Brown experimentou isso em primeira mão. Alguns anos atrás, ela se candidatou a um emprego de redatora numa pequena organização sem fins lucrativos na região de Boston.
Depois de uma bem-sucedida entrevista por telefone, ela foi convidada a comparecer no escritório. “Assim que cumprimentei a entrevistadora, já sabia que ela não me contrataria”, disse Brown. “Ela lançou um olhar de absoluto desdém. Durante a entrevista, ela nem mesmo olhava para mim, ficava olhando para o lado”, diz. Brown, de 36 anos, trabalha hoje como reitora-assistente numa faculdade próxima a Chicago.
Essa história é familiar para pessoas como Bill Fabrey, advogado que fundou, em 1969, a Associação Nacional para Acelerar a Aceitação dos Gordos nos Estados Unidos.
Os arquivos da organização, segundo ele, são repletos de histórias de pessoas que perderam empregos ou promoções por conta do peso, ou que nem chegaram a ser contratas.
Algumas das mais deliberadas discriminações a gordos vêm de profissionais da medicina. Rebecca Puhl, psicóloga clínica e diretora de pesquisa do Centro Rudd de Diretrizes Alimentares e Obesidade, em Yale, estudou o estigma da obesidade por mais de uma década.
Mais da metade dos 620 médicos entrevistados para um estudo descreviam pacientes obesos como “estranhos, sem atrativos, feios e improváveis de obedecer a um tratamento” (essa última é significativa, pois médicos que acham que os pacientes não seguirão suas instruções acabam tratando e prescrevendo de maneira diferente).
Puhl disse estar especialmente incomodada com o quão abertamente os médicos expressavam seus preconceitos. “Se estivesse estudando preconceitos de gênero ou raça, eu não poderia usar as ferramentas de avaliação que uso, pois as pessoas não seriam tão verdadeiras”, afirmou. “Elas tentariam ser mais politicamente corretas”.
Apesar da abundância de pesquisas mostrando que a maioria das pessoas é incapaz de realizar mudanças significativas e de longo prazo em seu peso, fica claro que os médicos tendem a enxergar a obesidade como uma questão de responsabilidade pessoal.
Talvez eles vejam a vergonha como uma estratégia de tratamento de saúde. Caso seja verdade, isso está funcionando? Não muito.
Pessoas acima do peso fogem de tais julgamentos simplesmente evitando visitas ao médico, seja para exames de rotina, preventivos ou problemas de saúde urgentes.
De fato, Peter A. Muennig, professor-assistente de política de saúde em Columbia, diz que o estigma pode fazer mais que manter as pessoas acima do peso longe dos médicos: ele pode até mesmo deixá-los doentes.
“O preconceito é intensamente estressante”, diz. “O estresse coloca o corpo em alerta total, o que eleva a pressão, o nível de açúcar, tudo que você precisa para combater ou fugir do predador”.
Com o tempo, esses estresses crônicos levam a um quadro de pressão alta, diabetes e outras doenças, muitas delas (surpresa!) associadas à obesidade.
Em estudos, Muennig descobriu que as mulheres que dizem se sentir pesadas demais sofrem de mais doenças mentais e físicas do que aquelas que se dizem confortáveis com seu tamanho – não importando seu peso.
Um recente estudo mostra que, quando mais alta a massa corporal de um paciente, menos respeito o médico expressa por ele. E quanto menos respeito um médico tem por seu paciente, segundo Mary Huizinga, principal autora do estudo e professora-assistente da Escola de Medicina Johns Hopkins, menos tempo o médico passa com o paciente – e menos informação ele oferece.
No último outono nos Estados Unidos, a Universidade Lincoln, no sul da Pensilvânia, anunciou que iria pesar e medir todos seus calouros, e exigiriam que aqueles com um IMC acima de 30 se inscrevessem numa aula especial de fitness.
Defensores dos direitos dos gordos chamaram isso de discriminação: se a aula de fitness era tão importante para a saúde do aluno, não deveria ser obrigatória para todos? Os administradores da universidade voltaram atrás após um furacão de repercussões negativas.
Mas a controvérsia destaca o fato de que esse estigma não diz respeito a aprimorar a saúde dos indivíduos, como sustentam médicos como Delos Cosgrove. Se assim fosse, as conversas seriam sobre saúde, em vez de números na escala e tabela de IMC.
Linda Bacon conta a história de uma adolescente acima do peso, cuja escola passava por uma “campanha de bem-estar”. Os corredores foram cobertos com pôsteres dizendo: “Evite a obesidade adolescente”. Depois que os cartazes foram afixados, segundo a menina, seus colegas de escola começaram a ridicularizá-la em público, apontando para a menina obesa dos cartazes e dizendo: “Olhem a menina gorda”.
Ela conta que os alunos mais pesados foram induzidos a sentir culpa por suas escolhas de almoço, enquanto os magros podiam comer qualquer coisa sem ouvir comentários – mesmo que fosse exatamente o que as crianças gordas estavam comendo.
“O estigma dá às crianças magras permissão para achar que há algo de errado com as crianças mais pesadas”, disse Bacon, a pesquisadora nutricional. “E isso não ajuda com que olhem para seus próprios hábitos de saúde. Tem de haver uma maneira de fazer isso de forma mais respeitosa e eficiente”, diz.

Eu li isso aqui.

24.03.10

POSTAGEM #200 : MULHER GORDA SÓ PODE USAR ROUPA PRETA?

Eu estava esperando a dona do blog, mas “num guento” hahaha…
Recebi esse texto e só o título já é fantástico…
Espero que vocês gostem!


Por Tate em Cotidiana

Gordofobia é um tema prometido faz tempo nessa coluna aqui. o que é? aversão, ódio, fobia e/ou tratamentos depreciativos às pessoas gordas e/ou gordura. almoço muitas vezes no restaurante da unb, no refeitório vegetariano. algumas pessoas que comem lá não são vegetarianas, escolhem o refeitório porque acham que a comida é “mais saudável” ou porque tem menos fila. no ano passado eu tava lá almoçando e, perto de mim, tinha uma mesa com umas 4 pessoas, 1 mulher e uns 3 homens, todxs brancxs. a mulher namora um dos homens. e ele faz um comentário assim: “ia ser bom se comida não fosse gostosa, porque aí não existiriam pessoas gordas no mundo. elas não iam ter mais motivo pra comer tanto e engordar. pensa só, galera, que lindo um mundo sem gente gorda”. as outras pessoas riem. gargalham.
Eu estava bem sentadinha lá, comendo a comida gostosa e barata que acho pouco saudável (por ter agrotóxicos), com meus muitos quilos “a mais”, almoçando no vegetariano porque sou vegetariana, há 10 anos agora, por motivações que começaram com respeito à vida das pessoas não-humanas. só bem recentemente é que comecei a ter mais cuidado com a saúde no plano da alimentação. já fui a rainha da fritura, e ainda gosto muito de açúcar. aliás, só parei de comer fritura quando cansei de lavar as panelas das coxinhas (de lentilha!), das mandiocas fritas, dos quibes de ervilha… muitas pessoas, até hoje, se espantam quando sabem que sou vegetariana. não conseguem entender como uma mulher gorda pode ser vegetariana. associam, ainda, uma dieta vegetariana a uma que chamam de natureba, e os estereótipos atacam novamente!
A magreza tem sido incentivada em nossa sociedade, esse pedaço de mundo pós-colonial, tecnocrata, de capitalismo patriarcal e racista, a partir de motivações que criam e consolidam o mito de que magreza é saúde, e conectam “saúde” a “funcionalidade” dos corpos. recentemente vi num jornal de tv a notícia de que uma mulher que concorria a uma vaga de emprego foi dispensada por ser obesa. é importante lembrarmos que também é um traço construído, nessa sociedade (e constitutivo da mesma), colar “saúde” com “funcionalidade”; e ambas serem a medida de quem vai servir pra ocupar postos no mercado de trabalho, por exemplo. os exames de saúde admissionais ilustram isso, podendo advertir ao patrão sobre a capacidade de eficiência da pessoa a ser contratada a partir da possibilidade de exploração de sua mão-de-obra, pra que ele não só deixe de arcar com custos de lesões e traumas causados pelo esforço, mas que possa eliminar pessoas mais propensas a “menos eficiência e funcionalidade”.
Mesmo corpos gordos sendo “funcionais” pra esse uso exploratório e pra outros usos (próprios), ainda assim há todo um aparato midiático, a serviço de outras indústrias, que vai criar uma expectativa de magreza social. que indústrias outras? especialmente a farmacêutica e a de cosméticos. porque outra associação feita à magreza tem sido a da beleza; beleza sendo equiparada a magreza e vice-versa, justificando o afã das dietas mágicas de “perca 4 quilos em 7 dias”, o alto faturamento das indústrias da cirurgia plástica e das academias, a adoração dos corpos anorexos das passarelas, o boom das cirurgias de redução de estômago… um conjunto de processos de intervenção que tratam gordura como doença, padronizam o modelo estético pros corpos, e criam uma fobia à obesidade.
Obesidade é grave sim, eu também sei. Pode ter implicações no funcionamento interno dos órgãos, além de graves conseqüências psicológicas pras pessoas obesas. mas acho leviano que o que é um sintoma de outros distúrbios (de ordem psíquica, hormonal, afetiva ou mesmo social – “cultura do fast food” nos diz algo sobre isso) seja tratado como a doença em si. Há vários casos de que pessoas que fazem redução de estômago engordam de novo. Ou seja, onde tá o problema? Ou será que vivermos numa sociedade extremamente consumista, de acúmulo, não tem nenhuma relação com a forma como lidamos com a comida? Com as compulsões e distúrbios alimentares?
Anorexia e bulimia são, infelizmente, rotineiras nas vidas de muitas mulheres. uma filósofa feminista, alice gabriel, escreveu uma vez, lá no começo dos anos 2000, um artigo muito interessante sobre a relação entre o imperativo da magreza anoréxica e uma forma de “masculinizar” o corpo. masculinizar no sentido de afastar dele as características atribuídas à feminilidade: curvas, peitos, gordura acumulada nos quadris e nádegas… Anos mais tarde, lendo germaine greer, outra feminista, tive contato de novo com essa assunção, de que o padrão de beleza vigente nesse nosso pedaço de mundo tem tudo a ver com uma ótica de masculinização do mundo. Não significa que elas acham que todas as mulheres tenham que ser gordas pra serem mesmo mulheres, até porque o feminismo já ensinou pra gente que não existe um “ser mulher” único, mas sim várias formas de construção de femininos e masculinos que dependem muito dos interesses envolvidos, dos contextos, dos modos de produção, das economias (como sistemas de relação)…
Mas elas, e outras feministas, estão alertando pras conexões entre expectativas sociais quanto aos corpos e os sistemas políticos a que elas servem, ideologicamente. o impacto disso é sentido na vida de cada uma, tanto naquela que enche o prato de folha pra poder comer uma sobremesa, quanto aquela que vomita o que comeu, e aquela que se olha no espelho se achando sempre gorda ou magra demais, e também daquelas que fiscalizam o peso da outra. Tem também a ver com aqueles que contam “piadas de gordinho”, que ofendem, humilham, xingam, ignoram, destratam e oprimem pessoas que têm corpos considerados fora da norma, com as milhares de revistas de dietas nas bancas (ao lado das milhares de revistas de receitas)…
a gordura e a obesidade são problemas sociais na medida em que impedem ou constrangem a existência de um enorme grupo de pessoas, quando tornam um pesadelo sair de casa quando não se tem uma roupa preta que “te deixa parecer mais magra”, ou no inferno particular que é comprar uma roupa numa loja de departamentos. são problemas sociais quando a sociedade não dá conta de lidar com uma diversidade que é real, em contraste à virtualidade das mulheres e homens de papel, nas capas das revistas, novelas, filmes… os corpos que existem são os corpos que estão aí, nossos corpos e os que circulam perto da gente, ou longe e escondidos porque nosso olhar é julgador, preconceituoso, nossas palavras são afiadas como navalha: “ah, ela tem o rosto tão bonito… podia emagrecer né?”; “nossa, que vara-pau”.
Tem gente que não consegue querer levantar da cama porque é gorda, e acorda desejando estar saindo de um pesadelo, o pesadelo que seu corpo virou: uma prisão ditada pelos costumes cruéis, hegemônicos e normalizadores de uma sociedade bem doentia e gordofóbica. eu sei que tem porque passei muitos anos acordando assim. E agora, quando acordo e me olho no espelho me sabendo e sentindo linda, maravilhosa e gostosa, com todas as dobras e gorduras e marcas, escrevo essas palavras esperando que elas possam, de alguma forma, deixar as manhãs de outras mulheres gordas mais felizes. Agora me visto muito mais de vermelho, e branco, muito branco. Pra todo mundo me ver chegando, em todo meu tamanho.
Pra todas as minhas amigas que engordaram mais que gostavam, e isso começa a incomodar (hipertensão e pré-diabetes; ou às vezes atrapalhando na performance sexual). Pras que tão fazendo dieta não porque querem ser capa da vogue, mas pra voltar a caber nas roupas favoritas, parar de sentir dor no joelho, subir escada sem ficar tão cansada, ter muito gás pra dançar… e que começaram a comer de outra forma, com mais tranqüilidade e entendendo os alimentos como pontes pra saúde integral.
Eu li isso aqui.
27.02.10

Entre o comodismo e a aceitação

Hoje vim fazer as vezes de advogada do diabo e soltar questionamentos por aqui, porém antes de chegar no assunto propriamente dito quero deixar bem claro que o intuito desse post não é ofender, criticar, rebaixar, ou qualquer coisa do tipo, mas como falei acima, incurtir questiomentos que gerem debates construtivos.
Desde o meu primeiro post  acompanho o blog, e confesso queao longo posts e comentários eu meio que perdi o tesão de escrever aqui – ah mas como pode, vc só escreveu uma vez? – o porque da perda desse tesão é o assunto do post. 
Quem já viu meus outros blogs, twitter, formspring, facebook e afins sabe que eu compro briga e defendo qualquer tipo de injustiça e preconceito. Vim escrever aqui à convite do Diego, fui muito bem recebida pelas meninas, obrigada mais uma vez, troquei uns papos com a Kalli por msn que pode atestar o meu cuidado em postar do tanto que a importunei enquanto escrevi o primeiro post. Depois deste, mostrei o blog à uma galera, sempre link e divulgo, leio, raramente comento porque quase nunca comento mesmo, rs. Algumas pessoas me questionaram sobre ter aceitado escrever aqui, pelo fato de a maioria das meninas ser acima do peso, porque eu me importaria, outras questionaram no meu forms, pediram fotos (pasmem!!). Eu visto 44., no máximo 46, não sou magra e nem devo ser, fico horrível com menos peso por ter quadris largos, sou o que chama de UDA, rsrs e sou feliz. Me alimento bem, faço exercício físico nunca (sexo vale, né? rsrs) mas mantenho restrições alimentares apesar de não largar a cerveja NUNCA. Largo pão, mas cerveja NUNCA. Resumindo, eu cuido bem da minha saúde. E nesse aspecto, saúde, ler alguns comentários me incomodou bastante.Verfiicar pressão, manerar açúcar e doces, desentoxicar, dimunuir sal, frituras, verificar taxas de glicose, colesterol, hormônios, circulação, fazer o velho Check UP a cada semestre, esses cuidados são essenciais pra  se ter uma vida saudável e longa. além dos famigerados exercícios físicos.
Existe uma série de fatores que levam uma pessoa a engordar, e a ter dificuldade der perder peso, entre eles, Disturbios Hormonais, ansiedade, problemas de metabolismo, compulsão, mas isso todo mundo aqui já sabe de cor. Porém uma boa parcela da população aumenta de peso, simplesmente porque não se cuida. A falta de cuidado consigo mesmo é o fator mortis que vem crescendo pelo mundo inteiro em proporções inacreditáveis. O que leva a fazer a seguinte pergunta: A aceitação do peso gera comodismo? -Alguém aqui passa ou já passou por isso? – Onde termina a aceitação e começa o comodismo?
Dei minha cara a tapa, mas precisava desse questionamento.