fbpx

Categoria: Autoestima

04.03.10

LOUCURA

Loucuras, Loucuras, Loucuras…
O que eu já fiz pela beleza!
Já me impedi de sentar a mesa,
Já senti vergonha das minhas curvas!
Loucuras, Loucuras, Loucuras…
Hoje eu me sinto melhor
E todas essas dietas,
Sei de cor!
No entanto, tenho muito mais na cabeça
Agora, tenho mais que certeza!
Loucuras, Loucuras, Loucuras…
Já comi semana inteira, só alface
também já comprimi a face
Pra ver como era a magreza!
Loucuras, Loucuras, Loucuras…
No entanto, tenho muito mais na cabeça
Agora, tenho mais que certeza!
Que eu sou muito mais bonita
Do que seu padrão me faria!
Eu tenho muito mais presença…
Me odiar, me esconder, me prender
Isso foi há muito tempo atrás!
Loucuras, Loucuras, Loucuras…
Ser infeliz por uma opinião absurda
É coisa que não faço jamais!

27.02.10

Entre o comodismo e a aceitação

Hoje vim fazer as vezes de advogada do diabo e soltar questionamentos por aqui, porém antes de chegar no assunto propriamente dito quero deixar bem claro que o intuito desse post não é ofender, criticar, rebaixar, ou qualquer coisa do tipo, mas como falei acima, incurtir questiomentos que gerem debates construtivos.
Desde o meu primeiro post  acompanho o blog, e confesso queao longo posts e comentários eu meio que perdi o tesão de escrever aqui – ah mas como pode, vc só escreveu uma vez? – o porque da perda desse tesão é o assunto do post. 
Quem já viu meus outros blogs, twitter, formspring, facebook e afins sabe que eu compro briga e defendo qualquer tipo de injustiça e preconceito. Vim escrever aqui à convite do Diego, fui muito bem recebida pelas meninas, obrigada mais uma vez, troquei uns papos com a Kalli por msn que pode atestar o meu cuidado em postar do tanto que a importunei enquanto escrevi o primeiro post. Depois deste, mostrei o blog à uma galera, sempre link e divulgo, leio, raramente comento porque quase nunca comento mesmo, rs. Algumas pessoas me questionaram sobre ter aceitado escrever aqui, pelo fato de a maioria das meninas ser acima do peso, porque eu me importaria, outras questionaram no meu forms, pediram fotos (pasmem!!). Eu visto 44., no máximo 46, não sou magra e nem devo ser, fico horrível com menos peso por ter quadris largos, sou o que chama de UDA, rsrs e sou feliz. Me alimento bem, faço exercício físico nunca (sexo vale, né? rsrs) mas mantenho restrições alimentares apesar de não largar a cerveja NUNCA. Largo pão, mas cerveja NUNCA. Resumindo, eu cuido bem da minha saúde. E nesse aspecto, saúde, ler alguns comentários me incomodou bastante.Verfiicar pressão, manerar açúcar e doces, desentoxicar, dimunuir sal, frituras, verificar taxas de glicose, colesterol, hormônios, circulação, fazer o velho Check UP a cada semestre, esses cuidados são essenciais pra  se ter uma vida saudável e longa. além dos famigerados exercícios físicos.
Existe uma série de fatores que levam uma pessoa a engordar, e a ter dificuldade der perder peso, entre eles, Disturbios Hormonais, ansiedade, problemas de metabolismo, compulsão, mas isso todo mundo aqui já sabe de cor. Porém uma boa parcela da população aumenta de peso, simplesmente porque não se cuida. A falta de cuidado consigo mesmo é o fator mortis que vem crescendo pelo mundo inteiro em proporções inacreditáveis. O que leva a fazer a seguinte pergunta: A aceitação do peso gera comodismo? -Alguém aqui passa ou já passou por isso? – Onde termina a aceitação e começa o comodismo?
Dei minha cara a tapa, mas precisava desse questionamento.
24.02.10

ATOOSA RUBENSTEIN

Esta é Atoosa, filha de iranianos, que migraram para os Estados Unidos quando ela tinha apenas dez anos. Não foi muito fácil sua adaptação. Sofreu muito porque a sua volta, só via meninas louras, de olhos claros e nariz de botão.
Quando uma professora perguntou a ela o que ela queria ser quando crescer, não titubeou e respondeu:
– Vou trabalhar com moda, serei uma modelo e famosa!
Todos os coleguinhas riram da menina dos cabelos indomados.
Seus pais tinham dificuldades financeiras. Ela conta que várias noites ouvia sua mãe chorando, então a abraçava e dizia:
– Não se preocupe, mamãe. Eu vou cuidar de você.
E a mãe mandava que se calasse.
Ela seguiu seu sonho e descobriu que não queria ser modelo, seu talento era o de produzir e encontrar novas tendências, então assim se tornou, a poderosa Atoosa Rubenstein, uma das fundadoras da maior revista jovem, a CosmoGirl, amiga de vários estilistas, referência na área que trabalha, também marcou seu nome em várias outras revistas importantes como American Health, Cosmopolitan e Seventeen.
Na Seventeen, ela promoveu uma revolução: passou a incoporar assuntos como fé, diversidade cultural, família e tornou a moda democrática, para todos os estilos, bolsos e corpos. Sempre tinha uma palavra amiga para todas as jovens leitoras, encorajando-as a encontrar beleza dentro delas mesmas em vez de perseguir padrões inalcançáveis.
E foi assim que nos encontramos.
Eu era uma menina desajeitada, mas não tinha sido sempre assim. Assumi a faceta de gordinha-pajem porque me sentia sufocada de críticas e proíbições por todos os lados! Gorda não pode usar cor clara, gorda não pode usar blusa de alcinhas…só era permitido calça larga e camisetão.
Assim eu andava, me sentindo muito mal. De camisetão, com tecido suficiente pra fazer outra calça idêntica ao modelo cargo que vestia. Era meu uniforme. Qualquer hora e qualquer ocasião.
Um dia, ganhei uma revista Seventeen de presente, para treinar meu inglês, mas aprendi muito mais!
Lia enlouquecidamente!!! 
Adorei a maneira como era usadas as sobreposições. E os acessórios e sapatos? Faziam total diferença no visual. Eu nunca tinha imaginado aquilo!
Maquiagem então, foi uma escola! 
Quando as listras entraram, me dediquei de verdade a elas e hoje, são parte do meu estilo e meus amigos me têm como referência nesse quesito. Aprendi a mostrar quem eu sou, através do que visto e isso fez muita diferença até na maneira como as pessoas me tratam.
Então prestem atenção, meninas, descubram-se e mostrem-se, porque como Atoosa me ensinou, mais importante do que ser perfeito, é ser único!

E isso, todas nós somos, com certeza!!!

DOWNLOAD REVISTA SEVENTEEN 2007 [16MB]

05.02.10

A FAT RANT de Joy Nash [Traduzido]

Finalmente consegui!
A moça fala muito rápido e eu não tenho prática em editar legendas.
Este vídeo, é um chacoalhão para todos os tipos de pessoas, aquelas magras que ainda pensam que nos falta força de vontade, ou ainda aqueles que estão chegando ao nosso time haha, isso sem mencionar a quem é gordo a muito tempo, pra esses deveria ser obrigatório.
Sem querer ser exagerada, esse é um vídeo, que você deveria ver com certeza, para seu próprio bem!

Quem é Joy Nash? Descubra aqui.

04.02.10

TRATADO DE PAZ COM O CORPO

EU PROMETO…
  1. Lembrar que o sol vai brilhar amanhã mesmo que eu tenha comido vários pedaços de pizza ou uma quantidade extra de sorvete esta noite;
  2. Nunca culpar meu corpo por estar tendo um péssimo dia;
  3. Parar de me juntar ás amigas quando começam a comparar e reclamar de seus próprios corpos;
  4. Nunca permitir que um olhar maldoso qualquer influencie como me sinto sobre minha aparência;
  5. Parar de julgar uma pessoa unicamente pelo o que o corpo dela aparenta – mesmo que pareça inofensivo – porque eu nunca ia querer que alguém fizesse o mesmo comigo;
  6. Notar as coisas maravilhosas que meu corpo faz por mim a cada momento que ando, falo, penso, respiro…
  7. Calar aquela vozinha negativa na minha cabeça quando começa a dizer coisas más sobre meu corpo as quais eu nunca iria tolerar ninguém falando sobre mim;
  8. Lembrar-me que na TV nem sempre o que se vê é o que é, que é preciso muita maquiagem, dieta, dinheiro e trabalho pra ficar daquela maneira;
  9. Lembrar que mesmo a pessoa em que eu trocaria de corpo com ela rapidamente tem algo em que odeia na sua aparência;
  10. Respeitar meu corpo: alimenta-lo bem, exercita-lo quando necessário e saber quando dar uma folga;
  11. Perceber que o espelho pode refletir apenas minha “superfície”, não quem eu sou por dentro;
  12. Saber que eu já sou bonita da maneira que sou.
[Traduzido apartir do texto: Body Peace Treaty da revista americana Seventeen.]