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Categoria: Autoestima

15.08.20

Resenha: Resgata Fios Dabelle Hair

Oie gente! É com enorme felicidade que venho contar para vocês que a Duty Cosméticos que é a empresa responsável pela Dabelle Hair e Duty Color, agora é minha parceira e vai me ajudar a cuidar e transformar os meus cabelos. E hoje vou contar pra vocês como foi usar a linha Resgata Fios.

Quem faz luzes sabe o quanto os cabelos ficam detonados, né? E comigo não é diferente, só que nessa quarentena eu me vi cansada dos cuidados com meus cabelos, em tempos normais eu divido os cuidados em casa com os de salão e acabava sendo algo mais leve.

Eu recebi vários produtos da Dabelle Hair para tratamento e também algumas tintas da Duty Color, é isso mesmo, eu vou em breve mudar também a cor dos meus cabelos.

Me reanimei a cuidar muito mais dos meus fios, para em breve mudar a cor, quero poder ver ele cada vez mais saudável.

Para dar um tratamento top nos meus cabelos, eu realizei todo o tratamento da linha RESGATA FIOS e mostrei como fiz e o resultado no IGTV, e deixo aqui o link para vocês (clica aqui).

Eu amei o resultado que obtive, meu cabelo ficou visivelmente muito hidratado e sedoso e com os fios alinhados. Inclusive todo mundo percebeu que fiz alguma coisa diferente, e me questionaram o que eu usei que deixou meus fios tão brilhantes.

Super aconselho a quem está com os cabelos danificados a testar a linha Resgata Fios da Dabelle, vocês vão ver que é sucesso garantido.

Para conferir todas as opções de tratamento da Dabelle e as colorações da Duty Color é só clicar aqui e conferir tudinho.

E vocês como estão lidando com seus cabelos nesse momento de isolamento social? Também decidiram mudar?

03.07.20

Exercite-se por amar seu corpo, não por odiá-lo.

No ano passado eu iniciei no PILATES e amei demais a experiência, é maravilhosa a sensação de poder se exercitar por prazer e não por estar buscando mudar algo em meu corpo.

Este meu look é da BRAVE PLUS, uma marca totalmente pensada no fitness plus size e que está com suas peças em promoção (clica aqui).

Me mantive no pilates por alguns meses e curti muito estar me mexendo, em Março eu precisei dar um tempo, e pretendia nos próximos dias tentar ir para uma academia (devido a flexibilidade de horários). Só que infelizmente logo em seguida veio a pandemia e não pude voltar até agora nem pro pilates e muito menos pra academia.

Com a quarentena, a ansiedade a mil e o corpo mais parado do que nunca, eu precisei arrumar opções para mexer o meu corpitcho em casa mesmo.

Já este look é da Cachopa Brasil que tem se especializado e inovado cada vez mais na moda fitness (clica aqui), e tem também desconto ao usar o cupom: SEMEXEMENINA.

E é sobre isso que vim falar com vocês, já pensou em se exercitar em casa?

Quero indicar para vocês o trabalho de algumas mulheres maravilhosas.

A primeira delas é da Nati do @saudegg (ela é professora de educação física e também é gorda) em suas redes sociais ela vem realizando um trabalho maravilhoso focado em nos motivar a exercitar nossos corpos.

A Nati é toda amorzinho, tem um sotaque carioca delícia e é super competente no seu trabalho. Por aqui eu e o boy somos fãs e sempre nos mexemos com a ajuda dela.

E para quem gosta de dançar, também tenho uma super indicação, a maravilhosa Júlia Del Bianco @judelbi é uma bailarina e professora de dança gorda que tem feito lives de alongamentos e também de ballet.

E quero também indicar a Renata (que eu já conhecia como influenciadora plus size) do @coisasdeumaplus, que tem dado aulas pilates online e deixado muita dica boa em seu feed.

Seja qual for o seu estilo, e como você curta se exercitar, na internet temos muitos conteúdos bons e gratuitos para nos inspirarmos a nos mexer.

Lembre-se sempre: Exercite-se por amar seu corpo, não por odiá-lo.

E vocês gostam de se exercitar? Estão fazendo algo em casa nesse período de quarentena?

22.08.18

Projeto “Quem são as pessoas gordas?” – Conclusão

Para fechar esse projeto é importante resumir o que foi aprendido com ele. Primeiro, quero falar um pouco sobre o perfil de quem participou do projeto. Foram 14 pessoas ao todo, 2 homens e 12 mulheres, com idades entre 18 e 51 anos. Nove moram no eixo Rio-SP; maioria heterossexual e com ensino superior completo. Sobre posicionamento político, ninguém se declarou de direita, mas nem todos se definiam como esquerda, alguns não tinham posicionamento político.

(Da esq para dir: Ana Carolina Medina, Ernani Branco, Júlia Conedera)

Quanto à questão alimentação, mesmo nesse pequeno grupo, a diversidade apresentada é muito grande. Existem pessoas com a alimentação desregulada, vegetarianos, pessoas que não podem comer glúten e derivados do leite, aqueles que evitam gordura e frituras, viciados em doces e vegetarianos.
Ao serem questionados sobre estado civil, oito responderam que estão em algum tipo de relacionamento, seja namoro, noivado ou casamento e sete são solteiros. Dentre os solteiros, existem os que tiveram diversos relacionamentos e os que ainda não tiveram o primeiro relacionamento sério.

(Da esquerda para direita: Karla Muzy, Rafael Kiyan, Marina Bonadio)

E em relação a exercícios físicos? A grande maioria os pratica com frequência ou praticava por muito tempo até serem impedida por alguma razão (normalmente a falta de tempo). Dentre as atividades físicas que foram citadas estão: caminhada, yoga, pilates, remo, dança, lutas, dentre outros.
Sobre a relação da pessoa com o próprio corpo, a maioria ainda vive na dualidade entre se amar e não estar satisfeito com a sua imagem. Ninguém se disse totalmente insatisfeito mas teve quem falou que está completamente feliz com o corpo que tem.

(Da esquerda para direita: Raquel Fernandes, Rosane da Silva, Yáskara Kelli)

A militância foi algo interessante de se observar. Por mais que a maioria faça parte de grupos online que falam do combate à gordobia, praticamente nenhum deles fazia parte da militância fora do ambiente online. A única exceção foi uma acadêmica que faz pesquisa de pós-doutorado na temática do corpo gordo e moda plus size. Essas não são necessariamente questões da militância, mas é um projeto que faz parte da necessidade de estudar e mudar a realidade em que a gente vive quando se trata de pessoas gordas.

(Da esquerda para direita: Renata Guimarães e Tatiane Gimenes)

 

Por Renata Grota – Voz das Gordas

01.08.18

Moda Plus Size e Representatividade Gorda no Tedx Laçador

É notório que cada vez mais nós pessoas gordas, estamos conquistando mais espaços e ocupando todos os lugares, de um tempo para cá temos tido a oportunidade de “falar” como destaque para outros públicos (não estamos mais restritos a moda e produtos plus size), seja em eventos ou até em peças publicitárias.

Recentemente  a Flávia criadora do Pop Plus,  foi atração de um TEdx. Tivemos pela primeira vez (que eu saiba) a nossa pauta  abordada em um Tedx aqui no Brasil, a Flávia Durante foi convidada a participar do TEDx Laçador em Porto Alegre e falou de moda plus size, autoestima a gordofobia.

Eu gostei muito do resultado, inclusive gostaria MUITO que vocês apertassem o play do vídeo agora mesmo. *_*

Em seu blog a Flávia postou o texto na íntegra (aqui) que ela usou no TEDx Laçador, falou também sobre como foi para ela essa experiência.

O que eu mais curto em vídeos como este (menos de 20 minutos e muita informação) é que podemos espalhar para os amigos e familiares que nunca tiveram nenhum contato com o tema,  para que eles também possam entender um pouquinho da nossa vivência.

Vocês já viram outros TEDx que abordem os temas moda plus size ou gordofobia aqui do Brasil? Se sim é só me indicar que terei prazer em divulgar. <3

09.11.17

Toda mulher é real.

Ao ouvirmos falar sobre moda plus size e pessoas de corpos maiores, é muito comum notarmos também a associação com os termos “mulheres reais*” ou “mulheres de verdade”, mas com o tempo, vamos percebendo que ao chamarmos apenas corpos plus size de reais, acabamos dizendo que os outros são irreais e isso chega a ser prejudicial à autoestima de muitas mulheres.


Sei que diversas vezes sentimos essa necessidade, de nos classificarmos como “melhores” que as coleguinhas, afinal, passamos anos sendo excluídas de tudo e podermos ser vistas agora como MULHERES REAIS ou como MULHERES DE VERDADE acaba alimentando nosso ego momentaneamente.
Para piorar ainda mais toda essa questão, que já é bem desnecessária, os tais termos não incluem quase nunca mulheres gordas e têm sempre nas representações de suas fotos mulheres curvilíneas com a pele devidamente alterada em programas de edição.
Daí ficam os questionamentos:
Quem é real, afinal?
Quem é mesmo de verdade?

Estamos no fim de 2017, o mundo todo está falando em empatia e sororidade, no entanto, no mercado plus size, vemos constantemente as marcas reforçando estes termos que excluem mulheres de um tamanho ou de outro, do padrão que julgam ser o das mulheres reais.

Não precisamos ser melhores que outras mulheres, precisamos buscar maior representatividade, acessibilidade e também reconhecimento, sem precisar nos enquadrarmos nesse novo grupo “seleto”.

Estes termos até podem ter impacto como marketing de marcas plus size, mas eu, como consumidora me incomodo e tenho certeza de que não sou a única. Não é crime usar, só que acho que não precisamos mais disso, queremos um mundo igual para todas e sem necessidade de termos para suavizar as referências aos nossos corpos.

*inclusive, se você buscar em posts antigos aqui no blog, vai encontrar o termo “mulheres reais” em vários momentos, pois é o nome de um projeto de SP, que inclui diversos eventos e também por eu já ter feito essa associação no passado.