Categoria: Autoestima

08.08.17

Sem ela você não vai longe…

Hoje quero te falar de uma das coisas que considero mais importantes na vida, a Autoestima.
Na sua adolescência (sabe aquela fase da vida que nos achamos esquisitas? rsrsrsrs) você ouviu alguém, talvez teus pais, te dizendo: “Se você não gostar de você, quem vai gostar? Se você não se achar bonita, quem vai achar”?
Essas falas pareciam meros chavões, mas o tempo passa e vamos descobrindo como são verdadeiras…

O que te move? O que te impulsiona e te faz ir além? Todos os dias temos que acordar para mais um dia com nossa rotina, afazeres e tudo mais. É inevitável você dar uma olhadinha no espelho… e lá está a pessoa responsável pelo seu sucesso, por suas conquistas e pelos melhores momentos da sua vida. VOCÊ!
A capacidade de desenvolver auto confiança e auto respeito é inerente à nossa natureza, pois nosso pensamento divaga e é a fonte da nossa vivência; por isso, podemos e devemos nos vigiar sempre para pensar positivo e ter um olhar de amor por nós mesmos.
É um exercício diário e constante que deve entrar na nossa rotina. No começo não é muito fácil, mas à medida que praticamos começa a ser automático como respirar, espirrar, bocejar, comer….
A consequência boa disso é uma autoestima inabalável e, quanto maior nossa autoestima, mais forte ficamos para lidar com as adversidades. Temos mais chances de ser criativos e confiança para fazer as melhores escolhas!
Procure se conhecer mais a cada dia, sem se criticar e nem levar em consideração a crítica destrutiva das pessoas. Construa sua autoestima entendendo melhor a si mesmo, se conhecendo; esse é o caminho para a maturidade emocional que você leva para a vida toda.
Acredite! O que você tem de diferente é o que você tem de mais bonito!


Viva simples, sonhe grande, seja grato, dê amor, ria muito, prefira o sorriso, faz bem pra você e para quem está ao seu redor. Não adie alegria, seja feliz hoje!
A autoestima é responsável pela serenidade do espírito.
Beijo, e uma vida criativa pra você.

Pri Coelho

 

 

 

 

27.07.17

O seu valor não se mede por medidas e nem por um número na balança!

Então não espere o cabelo perfeito, a roupa impecável, a make de capa de revista, o corpo igual ao da modelo para conquistar o mundo, para conquistar o “seu” mundo.

 

Oieeeee, eu sou Pri Coelho, coach de auto estima e alimentação consciente. Estou muito feliz por contribuir com o Beleza sem Tamanho, um blog com muito conteúdo bacana que trata de forma leve e divertida a beleza e nossa essência sem distinção. Afinal, nosso valor não se mede por medidas e nem por um número na balança, né?
Todas nós sabemos o quanto o universo conspira a nosso favor, esta é uma postura positiva que temos em relação a vida, mas nem todos os dias as coisas acontecem assim. Não é todo dia que o cabelo está maravilhoso, que o caimento da roupa é perfeito ou que acertamos a make de primeira rsrsrs.
Durante todas as tentativas que fazemos com a intenção de acertar às vezes erramos. Nesses dias podemos acionar o botão do pensamento positivo, clarooooo que não vai ser fácil, mas eu garanto a você que se você tentar, tentar de novo e de novo com muito treino e repetição você vai conseguir. O botão do pensamento positivo é poderoso, ele é capaz de fazer você enxergar uma nova possibilidade, uma nova perspectiva para encarar qualquer adversidade de uma forma leve e criativa. Acredite em mim!
Você conhece aquela história do copo com água até a metade, onde para os otimistas o copo está quase cheio e para as pessoas pessimistas o copo está vazio? É a mais pura verdade!
Frustração pela impossibilidade de ter um dia “perfeito”, sem pedrinhas pelo caminho faz com que a gente bloqueie todas as novas possibilidades, inclusive as surpresas positivas que podem vir a acontecer. Procure olhar para o outro lado, o melhor pode estar ali.

Independente dos resultados do seu dia, do seu mês e do seu ano acredito que se você encarar com leveza, humor e positividade a vida estará aproveitando o aqui e o agora de forma fundamental sem postergar a felicidade, sem ser vítima de você mesma. Ninguém quer ser coadjuvante porque nascemos e somos responsáveis por ser protagonistas da nossa história.

Se não você, quem? Se não agora, quando?

Beijo, e uma vida criativa pra você!

Pri Coelho

 

12.06.17

Amor é algo muito além de qualquer padrão!

No sábado, enquanto eu passeava pelo Instagram parei na conta da marca Psil Plus  que ainda era desconhecida para mim, e quase surtei de felicidade com o que vi (pode parecer exagero, mas não foi, eu realmente fiquei muito empolgada), pedi na mesma hora autorização para usar as fotos aqui no blog.

Eu nem tinha planos de falar sobre o Dia dos Namorados, mas ao ver as foto eu senti que precisava trazer elas hoje para o blog, para lembrar a todas vocês que o AMOR é algo muito além de qualquer padrão.

amor amor

Eu não sei o que vocês acharam desses lindos, mas eu achei que a Bia e o Fe formam um casalzinho tão fofo que vocês mereciam ver esse monte de foto da cumplicidade deles. <3
Sei perfeitamente toda a dificuldade de uma mulher gorda em se manter em relacionamento sério, mas a Bia está aí felizona nos mostrando que o amor existe e uma hora ele acontece para todo mundo.

Desejo um feliz dia dos namorados para todos vocês que acompanham o blog, independente do estado civil, quem é solteiro também pode e deve ter um dia feliz hoje.

Mas agora vamos falar só da Bia? Sim vamos!Confiram mais essas fotinhas. <3

qualquer padrão

 

Além das fotos de casal, a Bia também fez o lookbook da marca Psil Plus e sabem o que achei mais incrível? Em momento nenhum foi mencionado que a Bia é “especial”, não foi preciso dizer que ela tem um cromossomo do amor, pois está visível no brilho dela.

Eu vivo lutando aqui no blog para a inclusão de gordas com manequins maiores, já briguei também por inclusão de gordas negras, mas eu nunca cheguei a pensar que a gente já estava evoluído ao ponto de termos uma modelo plus size brasileira com Síndrome de Down.

Ameiii descobrir que já temos e ela já está arrasando e representando tantas outras meninas (que ainda são esquecidas pela moda/mídia), inclusive a Bia super me representa e estou desejando vários dos looks que ela usou.

Eu  quero ver a Bia brilhando sempre na Psil Plus e também em outras marcas, falando na Psil Plus eu adorei as peças e os preços da marca, vale a pena clicar aqui e conhecer melhor a loja.

 


*Este post não é patrocinado, foi totalmente motivado por essas fotos lindas. 

17.05.17

Embrace: corpo e comida

 

Essa semana finalmente assisti o documentário Embrace, disponível no Netflix, e encontrei alguns pontos muito importantes para compartilhar com vocês sobre a relação corpo e alimentação.

Taryn Brumfitt, a “protagonista” do documentário, visita alguns lugares do mundo em busca do porquê as mulheres são tão insatisfeitas com seus corpos. O documentário e o interesse de Taryn iniciam-se por uma vivência pessoal.

O seu ponto central foi a maternidade e as mudanças que ela provocou em seu corpo e com isso passou a odiá-lo em um primeiro momento. Em um momento seguinte ela toma medidas radicais – dieta rigorosa e exercícios físicos – e consegue modificar o seu corpo. Assim que o consegue faz uma séries de reflexões e acredita que o sacrifício para ter um “corpo perfeito” não vale a pena.

Acho importante ressaltar que a vivência de Taryn, na Austrália, não é diferente do que eu já vi aqui no Brasil ao longo destes anos de atendimento nutricional. Talvez porque mensagens como essa (imagem abaixo) são frequentes e imprimem uma forte cobrança sobre as mulheres: engravide mas esteja linda e feliz o mais rápido possível, afinal é só querer!

(A imagem mostra a frase “Qual é a sua desculpa” e a idade de cada um dos respectivos filhos)

O documentário segue falando sobre muito pontos importantes, alguns deles relacionados à alimentação.
Sobre o comer, o ponto mais importante no documentário é o não comer. Em diversos momentos, pessoas relatam que nesse percurso de odiar o próprio corpo, que às vezes se confunde com cuidar da saúde, é muito comum não comer.
Em um momento uma mulher com anorexia nervosa (uma doença grave do campo da saúde mental) dá um depoimento dizendo que não comer é, entre outras coisas, um jeito de não se tornar uma garota gorda que todas as pessoas ficam tirando sarro. O medo de ser alvo de preconceito é tão grande, que contribui para que pessoa fique com fome durante muitos períodos. A anorexia nervosa, assim como os outros transtornos alimentares, são casos extremos desse contexto. A maioria das pessoas não chega a esse ponto, mas não significa que não sofram.

Uma modelo também dá seu depoimento contando sobre comer coisas que não são alimentos como um método comum para evitar comer comida. No caso, ela dá o exemplo de bolas de algodão embebidas em Gatorade. Sim, elas comiam isso para enganar a fome, com medo de engordar, o que causava muitos problemas à saúde física. Percebam que medo de engordar, qualquer que seja a quantidade é visto como ruim.
Uma psicóloga traz um dado importante: o panorama da guerra contra a obesidade de muitas formas contribui para que as pessoas sintam medo terrível de engordar. Aqui se misturam as questões de saúde (“Eu tenho medo de engordar porque quero ter saúde”), questões de medo de ser alvo de preconceito (“Eu tenho medo de engordar porque não quero que as pessoas riam de mim”), questões de padrão de beleza (“Eu tenho medo de engordar porque não quero me sentir feia”).

A ativista e professora Linda Bacon também contribui explicando sobre o ciclo de como as dietas se relacionam com o peso de uma maneira muito ruim. Eu já falei sobre esse ciclo no post passado.
A alimentação que é fantástica. Ela nos ajuda a manter nosso corpo nutrido, ter prazer, compartilhar relações sociais, lembrar de nossas origens e tantas outras coisas… No documentário fica claro do quanto isso é arruinado na tentativa de não ficar gorda ou ter um corpo perfeito. E como a comida está presente em quase todos os campos da nossa vida é fácil entender como esse descontentamento com o corpo gera um efeito colateral importante em todos os âmbitos da vida.

A mensagem do filme é clara: aceite quem você é!
Aqui vou ser mais ousado: aceite quem você é, e se possível coma normalmente!
O que é comer normalmente?
“Comer normalmente é ser capaz de comer quando você está com fome e continuar comendo até você ficar satisfeito. É ser capaz de escolher os alimentos que você gosta e comê-los até aproveitá-los suficientemente – e não simplesmente parar porque você acha que deveria.
Comer normalmente é ser capaz de pensar um pouco para selecionar alimentos mais nutritivos, mas sem ser tão preocupado e restritivo a ponto de não comer os alimentos mais prazerosos.
Comer normalmente é dar permissão a você mesmo para comer às vezes porque você está feliz, triste ou entediado ou apenas porque é tão gostoso.
Comer normalmente é, na maioria das vezes, fazer três, quatro ou cinco refeições por dia, ou deixar a sua fome guiar quantas vezes vai comer ao longo do dia. É também deixar de comer algum pedaço de bolo porque você pode comer mais amanhã ou então comer mais agora porque ele é maravilhoso enquanto ainda está quentinho.
Comer normalmente é comer em excesso às vezes e depois se sentir estufado e desconfortável. Também é comer pouco de vezes em quando, desejando ter comido mais. Comer normalmente é confiar que seu corpo conseguirá corrigir os pequenos ‘erros’ da sua alimentação. Comer normalmente requer um pouco do seu tempo e atenção, mas também ocupa o lugar de apenas uma área importante, entre tantas, de sua vida.
Resumindo, o “comer normalmente” é flexível. Ele varia em resposta às suas emoções, sua agenda, sua fome e sua proximidade com a comida e seus sentimentos” tradução livre, adaptado de Ellyn Satter em Secrets os feeding a healthy family: how to eat, how to raise good eaters, how to cook.
Aceitar o corpo e comer normalmente precisam caminhar paralelos, pois eles fazem parte do mesmo sistema, então geralmente quando as coisas estão boas para um é mais provável que fiquem boas para o outro.
Reflita, pense e discuta sobre os padrões de corpo, mas também sobre os padrões do que é saudável ou não e do que é comer bem ou não! Assim vamos construindo um mundo mais plural, feliz e saudável!

 

09.05.17

Preconceito não é opinião!

A internet é um mundo paralelo maravilhoso (no meu ponto de vista), mas ela dá “poder” para as pessoas fazerem o que quiser, a parte ruim é que muitas pessoas escolhem despejar seus preconceitos (que julgam ser opiniões) nas mais diversas situações e isso é algo muito assustador.
Ao abrir qualquer matéria em grandes sites, é possível ver que nos comentários 90% são de pessoas que entraram exclusivamente para julgar e reclamar de algo, muitas vezes nem tem relação nenhuma com a pauta.
Em uma escala bem menor, o blog (incluindo as redes sociais), também é brindado com esse tipo de “opinião” constantemente. Como não aceito comentários anônimos e como o assunto do blog as pessoas ainda acham que tudo bem julgar (ainda não é comum processos relacionados a gordofobia) e vez ou outra vira um show de horrores.
Ontem foi um desses dias, eu postei uma foto que eu considero lindíssima com uma representatividade maravilhosa do amor, da vida e com uma mulher gorda.

Algumas seguidoras resolveram dar “sua opinião” que exalava preconceito. Disseram que a foto era feia, que era desnecessária, que nudez do corpo é ruim e outros comentários do tipo, mas o pior é que mais uma vez resolveram começar a julgar a saúde da moça da foto.

Essa é a foto em questão… Eu não consigo achar nada menos do que LINDA!

A Thais Carla que é uma dançarina sensacional, um pouco do trabalho dela pode ser visto aqui

Não existe nenhum meio de se medir a saúde de uma pessoa só observando seu corpo, não existe limite predefinido do que é um gordo saudável e um gordo doente, isso não é medido em balança nem em fita métrica.

Parem hoje mesmo de julgar a saúde alheia, saúde é algo pessoal e ninguém deveria se intrometer nisso.

Se vocês conseguem julgar a saúde de alguém só olhando uma foto, eu indico patentearem o método (contém ironia). 

Vamos entender que opinião que já define um só jeito de ser/fazer, nada mais é do que um preconceito “disfarçado”.